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	<title>Hyper Declarativo &#187; Middleware</title>
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		<title>Mergulhando no Ecossistema da Televisão Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 03:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Salve, Salve Fantasmas leitores Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre o aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem. O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado de desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda por serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em encontrar mão-de-obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, Salve <span style="text-decoration: line-through;">Fantasmas</span> leitores</p>
<p>Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre  o  aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem.</p>
<p>O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado  de  desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda  por  serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em   encontrar mão-de-obra qualificada. <span id="more-514"></span>Para resolver isso, a academia deverá   criar cursos especializados em todas as sub-áreas necessárias ( <a title="Veja alguns cursos que já existem" href="http://www.ofuturoedigital.com.br/blog/2009/11/cursos-na-area-de-tv-digital/" target="_blank">Veja alguns cursos que já estão disponíveis no Blog do o   Futuro é Digital </a>). Porém, como em todas as áreas, não basta ter   apenas o conhecimento acadêmico ( teórico) , então&#8230;Se estás   interessado neste mercado, trate de aproveitar o ensejo e mergulhe no   ecossistema do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) através    de pesquisas na arquitetura, abrangência multidisciplinar e impacto (   Econômico, Cultural e Social ) na sociedade.<br />
Para saber todas as especificações técnicas do SBTVD, basta ler as  normas publicadas pela <a title="ABNT" href="http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=1249" target="_blank">ABNT</a>,  nelas também é possível encontrar o detalhamento das  tecnologias  utilizadas que possibilitam a existência da Interatividade,  ou seja, no  que se refere a software é possível encontrar informações  sobre o  middleware <a title="Midleware Ginga" href="http://www.ginga.org.br/" target="_blank">Ginga</a> e  tecnologias utilizadas pelo mesmo ( <a title="Ginga-NCL" href="http://www.gingancl.org.br/" target="_blank">Ginga-NCL</a> e <a title="Ginga-J" href="http://www.lavid.ufpb.br/" target="_blank">Ginga-J</a> ). Para  melhor compreensão da importância de um middleware , vale  ressaltar  que em um Padrão de Televisão Digital a existência de  interatividade  está diretamente associada à presença desta camada. Outro  ponto  importante da norma é sobre o canal de interatividade ( também  chamado  de Canal de Retorno ), porém a mesma só cita os protocolos e  modelos de  conexão, não criando restrições &#8220;de meio&#8221; para a utilização  deste  serviço.</p>
<p>Para  finalizar, é preciso deixar claro que a norma é uma fonte de   conhecimento muito útil, porém teórica. Logo, faz-se necessário   pesquisar sobre Ginga &#8211; NCL ( <a title="NCL" href="http://www.gingancl.org.br/" target="_blank">NCL</a>,<a title="Lua" href="http://www.lua.org/" target="_blank">Lua</a> ), Ginga  -J ( ou <a title="JavaDTV" href="http://www.lavid.ufpb.br/" target="_blank">JavaDTV</a> ) e toda a arquitetura do Ginga; adquirir   conhecimento prático através de exemplos de aplicações ( <a title="no   Clube NCL" href="http://clube.ncl.org.br/" target="_blank">Clube NCL</a> ),  testar, <a title="teste os emuladores" href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1101545" target="_blank">emuladores</a> e <a title="plataformas  de   desenvolvimento" href="http://www.openginga.org/index.html" target="_blank">plataformas  de desenvolvimento</a>, e etc&#8230; Vale ainda  ressaltar que é  extremamente recomendável aprender através da experiência alheira, ou  seja, participar  de discussões em fóruns oficiais (<a title="como a  comunidade   Ginga do software publico" href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1101545" target="_blank">como a comunidade Ginga do software publico</a>), redes   sociais ( ex. Orkut e <a href="http://www.twitter.com/hdeclarativo" target="_blank">Twitter</a>)  , ler a blogosfera especializada, enfim. É  preciso mergulhar de cabeça  no universo da Televisão digital ! Então, o que fazes ai parado?  Embarque  neste provedor de sonhos profissional e seja mais um a crescer  com a  televisão digital.<br />
Obrigado por ler o Hyper Declarativo e  até a próxima.</p>
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		<title>E o Televisor?</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/03/06/e-o-televisor/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 22:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginga]]></category>
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		<description><![CDATA[A televisão digital aberta trará inúmeras novidades para o telespectador, porém, para usufrui 100% de tais novidades será necessário estar atento aos equipamentos e suas configurações. Como foi mostrado no post anterior , o Fórum SBTVD criou uma matéria intitulada: Como escolher seu televisor digital em que o foco principal é sanar as dúvidas sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A televisão digital aberta trará inúmeras novidades para o telespectador, porém, para usufrui 100% de tais novidades será necessário estar atento aos equipamentos e suas configurações.</p>
<p>Como foi mostrado no <a href="http://hyperdeclarativo.wordpress.com/2009/03/02/duvidas-e-mais-duvidas-sobre-televisao-digital/">post anterior</a> , o Fórum SBTVD criou uma matéria intitulada: <strong>Como escolher seu televisor digital</strong> em que o foco principal é sanar as dúvidas sobre o Televisor e equipamentos necessários para o melhor aproveitamento do telespectador com a televisão Digital.<br />
Abaixo, reproduzo os principais pontos desta matéria:<span id="more-130"></span></p>
<p><strong>1 – Onde o televisor vai ser instalado?</strong></p>
<p><em>Parece uma pergunta óbvia, mas não é. Os atuais televisores de tubo têm tela de, no máximo, 29 polegadas1 (da ordem de 47cm de profundidade, formato de tela 4:3, largura de 59cm e altura de 44cm). Esses aparelhos representam dor de cabeça para arquitetos e decoradores comporem ambientes esteticamente harmoniosos.<br />
Para ver uma imagem de alta definição verdadeira (1920 pixels na horizontal e 1080 pixels/linhas na vertical) o televisor precisa ter, no mínimo, 42 polegadas (da ordem de 1.07m) de diagonal. Isso equivale a uma largura de 93cm e altura de 52cm, porque a largura/altura é 16/9. CUIDADO! As dimensões reais do aparelho são maiores que as da tela e precisam ser consideradas. Onde vou colocar esse aparelho?<br />
</em></p>
<p><strong>2 – A que distância devo estar da tela?</strong></p>
<p><em>Essa pergunta não vai ter uma resposta exata porque ela depende das características do olho de quem está assistindo, mas o Módulo Técnico do Fórum SBTVD estudou o assunto e conclui o seguinte: se Z é o tamanho da diagonal do televisor em polegadas e D a distância de observação da imagem em metros, são válidas as seguintes fórmulas:<br />
- Para televisores 16:9 – D = 0.0147 x Z e para televisores 4:3 – D = 0.042 x Z.<br />
Como nem todos podem ficar perpendiculares ao centro da tela, precisa ser considerado o ângulo de visão do televisor. Quanto maior esse ângulo, maior a possibilidade de posicionamento lateral para assistir televisão sem perda de qualidade. Sendo assim, é necessário que antes de adquirir um televisor, o consumidor avalie o ambiente onde será instalado de forma a garantir que o posicionamento dos telespectadores atenda ao ângulo de visão proporcionado pelo televisor. Isso deve ser verificado no local da compra.<br />
O que precisa ficar bem claro é que esses dados são de referência, mas servem para uma aproximação inicial. Cada um deve escolher a melhor distância para que seus olhos não fiquem cansados. Uma dica boa é a seguinte: Não se pode ver os pixels da tela (se isso acontecer é porque o telespectador está muito perto) e nem ter dificuldades para perceber detalhes finos, como letras pequenas, por exemplo (se isso acontecer é porque o telespectador está muito longe). Se as crianças estão ficando muito perto da tela é bom levá-las ao oculista, pode ser miopia.<br />
</em></p>
<p><strong>3 – Como ajusto Brilho, Contraste, Saturação (Colour ou Color) e Cores (Tint, Hue, Matiz)?<br />
</strong></p>
<p><em>Todos os televisores têm esses quatro controles. Brilho é a luminosidade da tela; Contraste é a distância entre os níveis de branco e preto; Saturação é o ajuste para colocar as cores mais berrantes, brilhantes); Cores é o ajuste que vai colocar a imagem mais azulada ou mais avermelhada. Esses parâmetros são muito subjetivos e devem ser ajustados somente uma vez, na presença de todos os usuários. Para iniciar é bom deixar todos eles na posição central, mas quanto maior o brilho de um televisor, maior será a quantidade de luz emitida e melhor será a qualidade da imagem, principalmente em ambientes com maior iluminação. Uma boa dica para o Contraste é colocar a Saturação em zero (sem cores) e escolher o melhor valor sem que a imagem fique ruidosa. Saturação em excesso introduz ruído nas cores e deve ser evitado. Matiz é melhor deixar no meio.<br />
</em></p>
<p><strong>4 – Como vou usar a interatividade?</strong></p>
<p><em>Esse recurso é, sem dúvidas, uma das principais atrações da TV digital, livre, aberta e gratuita, mas para ser implementada exige recursos pesados das emissoras que já investiram muito para colocar os programas no ar, sem acréscimo de receitas. Mas antes de falarmos no serviço, vamos defini-lo de acordo com a teoria das comunicações. Interatividade é uma comunicação bidirecional, online, em tempo real, entre dois agentes, onde um deles é um banco de dados.<br />
Claro que o pessoal de Marketing criou, a partir da definição teórica, muitos tipos de interatividades, e hoje qualquer DVD que se compra é interativo, porque tem dados auxiliares em relação ao conteúdo principal (filmes são os melhores exemplos). As emissoras vão também implantar vários tipos de interatividades, paulatinamente, de acordo com a realidade do mercado.<br />
Mas, o que precisa fazer o telespectador? Ele necessita combinar três recursos: 1) televisor, 2) conversor digital (set-top box) e 3) meio de conexão com a emissora.<br />
O coração da interatividade é o software Ginga (middleware para TV digital adotado pelo SBTVD) desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que precisa estar instalado no conversor digital ou no televisor. Surgem várias opções, mas uma interessante é o PVR (Personal video Recorder – ex videocassete) que permite gravar um programa enquanto assiste a outro. Uma boa aplicação para ele seria usá-lo em esportes. Se a emissora transmite um jogo de futebol, e usa o recurso da multi-programação, posso utilizá-lo para gravar os gols, enquanto assisto ao jogo normalmente; depois edito de acordo com o resultado.<br />
</em></p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption aligncenter" style="width: 399px"><img class="size-full wp-image-128" title="interatividade" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/interatividade.jpg" alt="Interatividade" width="389" height="308" /><p class="wp-caption-text">Interatividade</p></div>
<p><em>O meio de conexão com a emissora também tem várias alternativas. Escrever um texto para descrevê-las ficaria cansativo; então o Fórum SBTVD preparou um formulário que servirá de guia para orientar o usuário no ato da compra; ele está no final do texto. O formulário fala em conversores digitais, mas vale também para os televisores, até porque existe a opção do televisor ter o conversor integrado. </em></p>
<p><strong>6 – E para o áudio? Quais os cuidados?</strong></p>
<p><em>O áudio sempre foi um complicador para a TV, mas em algumas situações ele é mais importante do que o vídeo. Um exemplo dessa situação seria para as pessoas que seguem novelas normalmente. Se em algum capítulo intermediário o vídeo sumir da tela, mas o áudio continuar, o telespectador vai entender normalmente o conteúdo, mas o inverso não se aplica.<br />
No caso da TV digital tem um complicador para as pessoas que já possuem sistemas de Home Theaters instalados; os formatos de áudio são incompatíveis para o som Surround, ou 5.1 – para estéreo eles são compatíveis. Mas a nossa indústria já resolveu o problema com um conversor.<br />
</em></p>
<p><strong>7 – Algumas perguntas mais freqüentes:7.1 &#8211; O que é exatamente alta definição? (1280&#215;720 pixels? 1366&#215;768? 1920&#215;1080?)</p>
<p></strong></p>
<p><em>Alta definição verdadeira é a Full HD. É a máxima resolução oferecida pela TV digital aberta. A imagem é formada por 1920 pixels na maior dimensão da tela (Horizontal) e 1080 pixels na menor dimensão (Vertical). Nos textos costumam aparecer 1920 pixels horizontais e 1080 linhas na direção vertical; multiplicando os dois números obtemos o número total de pixels da tela, ou seja, 1920 x 1080 = 2.073.000 pixels. A representação simplificada da Full HD é 1920 x 1080. Qualquer valor diferente desses não é Full HD; pode ser TV digital, mas a definição será inferior a de 1920 x 1080.<br />
</em></p>
<p><strong>7.2 &#8211; A alta definição tem alguma relação com o tamanho do televisor?</strong></p>
<p><em>Não, mas para ver uma imagem em Full HD o televisor deve ter, no mínimo, 42 polegadas de diagonal – aproximadamente 1.06m.<br />
</em></p>
<p><strong>7.3 &#8211; Quais aspectos são importantes em um televisor para captar imagens em alta definição?</strong></p>
<p><em>Para receber imagem em alta definição basta ser 1920 x 1080.</em></p>
<p><strong>8 &#8211; Quais são as diferenças básicas entre os formatos 4:3 e 16:9?</strong></p>
<p><em>Esses números representam a relação entre largura e altura da tela. Os televisores Full HD são todos 16:9 e os de tubo (que funcionam hoje com a TV analógica) são todos 4:3, mas há estudos para fabricar televisores de tubo Full HD. O formato 16:9 é chamado de tela de cinema ou Widescreen.<br />
</em></p>
<p><strong>9  &#8211; Quando o Ginga estiver pronto poderá ser instalado em qualquer tipo de conversor?</strong></p>
<p><em>Isso vai depender do tipo/modelo do televisor/conversor. O formulário que compõe o texto deixa isso muito claro e o futuro comprador deve ter muito cuidado na hora da compra para não decidir errado.<br />
</em><br />
<strong>10 &#8211; Quais são as principais possibilidades de interatividade?</strong></p>
<p><em>Existem vários tipos de interatividade, mas a mais completa é aquela que permite ao telespectador interagir com o programa na hora que ele está sendo exibido; um bom exemplo é poder comprar um produto que aparece na cena usando o controle remoto. Essa facilidade vai ser implementada paulatinamente pelas redes de TV, porque os investimentos são altos.<br />
</em></p>
<p><strong>11  &#8211; Como o cliente pode saber se seu aparelho receberá os sinais digitais ou se está numa área de “sombra”? Ele poderá investir na compra do aparelho, do conversor, da antena e não conseguir receber os sinais digitais?</strong></p>
<p><em>Para a Região Metropolitana de São Paulo já existem levantamentos mostrando as áreas de sombra. As principais lojas já possuem essa informação. Nas outras cidades o levantamento já está em andamento, mas no futuro não haverá áreas de sombra, porque o nosso sistema permite resolver esse problema. O que precisa ficar claro é que esses estudos não são 100% confiáveis. É sempre bom conferir como está a recepção no endereço onde o televisor vai ser instalado.<br />
</em></p>
<p><strong>12 &#8211; Quais são as diferenças básicas entre os aparelhos de Plasma e LCD?</strong></p>
<p><em>Em termos de qualidade subjetiva (feita sem instrumentos) as tecnologias são equivalentes. O mercado internacional está vendendo mais LCD do que Plasma. A principal desvantagem do Plasma é que ele pode “marcar a tela” com alguma parte da imagem muito tempo parada no mesmo lugar – quase todos monitores dos caixas dos bancos apresentam essa deficiência. No LCD a desvantagem chama-se “Pixels mortos” (Death pixels) que faz uma linha (ou parte dela) ficar com uma cor constante. Uma solução é, na hora da compra, colocar a mesma imagem nos dois tipos e escolher a que melhor agrade ao comprador.<br />
</em></p>
<p>A matéria pode ser encontrada no site do Forum SBTVD ,<br />
mais precisamente em:<br />
<strong><a href="http://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=34">http://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=34</a></strong><br />
Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conceitos Televisão Digital &#8211; Parte 4</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/02/28/conceitos-televisao-digital-parte-4/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 22:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ginga-CC O Ginga-CC é uma camada que suporta os ambientes existente no Ginga, sendo implementado os exibidores de mídia dos ambientes Ginga-NCL e Ginga-J. Esta camada também tem contato direto com o sistema operacional e a camada de hardware, sendo que é a mesma tem o controle do plano gráfico, tratamento de dados obtidos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ginga-CC</strong></p>
<p>O Ginga-CC é uma camada que suporta os ambientes existente no Ginga, sendo implementado os exibidores de mídia dos ambientes Ginga-NCL e Ginga-J. Esta camada também tem contato direto com o sistema operacional e a camada de hardware, sendo que é a mesma tem o controle do plano gráfico, tratamento de dados obtidos do carrossel de objetos DSM-CC (Digital Storage Media Command and Control), canal de retorno, acesso ao sistema de arquivo e ao terminal gráfico.<span id="more-93"></span></p>
<div id="attachment_85" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-85" title="ginga-cc" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/ginga-cc.jpg" alt="Arquitetura Ginga-CC" width="500" height="170" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura Ginga-CC</p></div>
<p><strong>Ginga-J</strong><br />
O Ginga-J foi desenvolvido no laboratório LAVID/UFPB, sendo que inicialmente foi denominada de Flex-TV, porém com a junção das pesquisas com a PUC-Rio foi lançado posteriormente no middleware Ginga, e denominado de Ginga-J, o ambiente de execução do Ginga, ou seja, é responsável por dar suporte a aplicações desenvolvidas em linguagens procedurais.<br />
Analogamente a outros middlewares existentes, o Ginga-J também tem como padrão de linguagem procedural o Java, utilizando a Java TV através das classes Xlet. É possível também detectar a presença de pacotes encontrados em outros middlewares como o DAVIC e HAVi, tais padrões também são denominados pelo Padrão GEM. Antes do lançamento oficial da Ginga, foi detectado que havia a possibilidade da cobrança de royalties devido a utilização dos pacotes relacionados ao GEM, pois as patentes estavam atreladas a empresa americana Via Licenling. Logo o Governo Brasileiro suspendeu o lançamento do Ginga para receptores fixos ( chamados full-seg ).  No período de aproximadamente 1 ano, o Governo realizou negociações para evitar a possível cobrança de royalties, e paralelamente a Sun Microsystens desenvolveu uma API substituta, denominada de Java DTV . No final de 2008 o Governo decidiu por utilizar o Java DTV, sendo que o fórum SBTVD esta terminando de escrever as especificações e a ABNT deve liberar as mesmas no decorrer do ano de 2009, liberando assim a interatividade por completa no Sistema Brasileiro de Televisão Digital.</p>
<p><strong>Ginga-NCL</strong></p>
<p>O Ginga-NCL foi desenvolvido pelo laboratório Telemídia/PUC-Rio e inicialmente foi intitulado de Maestro, contudo com a junção das pesquisas da UFPB, o nome foi alterado para Ginga-NCL, sendo que o mesmo é o ambiente declarativo responsável por dar suporte às aplicações declarativas desenvolvidas na linguagem NCL (Nested Context Language). Tais aplicações são responsáveis por ler os documentos multimídia com interatividade, denominados de hipermídia.<br />
A NCL foi especificada através de uma DTD (Document type Definition – XML W3C, 1998a) que escreve documentos baseados no modelo conceitual NCM (Nested Context Model) e é a única que disponibiliza agentes capazes de organizar os objetos para apresentação com sincronismo de mídia, e também dar suporte a múltiplos dispositivos, adaptabilidade e a estrutura necessária ao desenvolvimento de conteúdo de programas ao vivo. Analogamente a outras linguagens declarativas, a NCL também tem suporte a scripts escritos em código procedural, sendo que a linguagem padrão também foi desenvolvida na PUC-Rio e é chamada de Lua .</p>
<p>*Referências: A mesmas citadas anteriormente</p>
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		<title>Conceitos Televisão Digital &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/02/28/conceitos-televisao-digital-parte-3/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 21:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Alta definição A Televisão digital foi lançada no Brasil em 2 de dezembro de 2007, desde então a alta definição é a única vantagem notada pelos telespectadores quando comparada a televisão comum. As Mudanças são significativas, pois a partir de agora o formato de exibição é em widescreen (16:9) e em Alta definição (HDTV com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alta definição</strong></p>
<p>A Televisão digital foi lançada no Brasil em 2 de dezembro de 2007, desde então a alta definição é a única vantagem notada pelos telespectadores quando comparada a televisão comum.  As Mudanças são significativas, pois a partir de agora o formato de exibição é em widescreen (16:9) e em Alta definição (HDTV com 1.080 linhas) e o Áudio poderá se em estéreo ou surround 5.1.<span id="more-86"></span></p>
<div id="attachment_82" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-82" title="Alta Definição" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/altadefinicao.jpg" alt="Ilustração de Alta definição " width="350" height="208" /><p class="wp-caption-text">Ilustração de Alta definição </p></div>
<p><strong>Interatividade</strong></p>
<p>Prevista para estar disponível no inicio de 2010, a interatividade para dispositivos fixos pode ser encontrada em vários tipos e “níveis” de atuação, porem basicamente podemos defini-la como a gama de serviços disponibilizados pela mídia para permitir ao telespectador alterar-la de maneira direta ou indireta.<br />
A interatividade só é possível devido à existência do middleware na arquitetura da televisão digital, onde esta camada é um software intermediário desenvolvido para funcionar como facilitador para o desenvolvimento de aplicações, abstraindo a complexidade do hardware e possibilitando o desenvolvimento de aplicações com base nas funcionalidades disponibilizadas pelo mesmo. Além das funcionalidades de recepção do sinal, modularização e multiplexação, em geral, todos os middlewares para televisão digital são divididos em duas máquinas: A de apresentação e de processamento. A primeira é responsável por dar suporte a aplicações declarativas que utilizam linguagens como HTML (HyperText Markup Language), XHTML(Extensible HyperText Markup Language), BML(Broadcast Markup Language)  e NCL(Nested Context Language). A segunda dá suporte a aplicações que exigem processamento por parte do receptor, utilizando-se de linguagens de programação que aqui serão denominadas de linguagem procedurais, sendo que no mundo da informática, são denominadas de linguagens orientadas a Objeto. Normalmente a linguagem utilizada para o desenvolvimento de aplicações procedurais é o Java através da API JAVA TV.</p>
<div id="attachment_84" class="wp-caption aligncenter" style="width: 215px"><img class="size-full wp-image-84" title="Middleware" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/middleware.jpg" alt="Arquitetura básica de um middleware " width="205" height="227" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura básica de um middleware </p></div>
<p>Diferente do Padrão de transmissão, o Governo Brasileiro escolheu o middleware desenvolvido nas universidades Brasileiras com apoio do próprio governo através da FINEP (Financiadora de estudos e projetos do Governo Brasileiro) e outros órgãos de incentivo financeiro. Duas destas pesquisas foram realizadas pela UFPB e PUC-Rio e resultaram nos middlewares FlexTV e Maestro respectivamente, evoluindo posteriormente para um middleware único denominado Ginga. A decisão de desenvolver um middleware brasileiro partiu da conclusão dos estudos dos padrões de transmissão existentes, nos quais os middlewares pertencentes ao mesmo são vitais nos tipos de serviços disponibilizados, ou seja, para obter uma completa conformidade na relação de serviços disponibilizados e serviços necessitados, é necessário desenvolver o middleware objetivando as necessidades da sociedade brasileira, dentre elas (um dos principais objetivos do Ginga) o suporte ao desenvolvimento de aplicações para a inclusão social .<br />
Em geral, o Ginga é semelhante aos middlewares produzidos mundialmente, mas foi desenvolvido por brasileiros para brasileiros e com o aval do Governo Federal, demonstrando assim que as universidades brasileiras estão aptas a desenvolver pesquisas de alto nível nesta área. Análogo aos outros middlewares, o Ginga foi projetado com três ambientes: o Ginga – Common Core (CC), Ginga-NCL (Declarativo) e o Ginga-J (Procedural). O primeiro dá o suporte necessário aos outros ambientes que disponibilizam as funcionalidades para o desenvolvimento de aplicações; O Ginga-Ncl é responsável por dar suporte a aplicações declarativas e o Ginga-J a aplicações procedurais. Com o intuito de incentivar o desenvolvimento de aplicações em Ginga-NCL, o Laboratório Telemídia da PUC-Rio desenvolveu e disponibilizou a ferramenta Composer e o emulador Ginga-NCL Player, convocando assim a comunidade acadêmica a desenvolver, cooperar e realizar massivos testes de aplicações no middleware. Posteriormente, através do site <a href="http://www.openginga.org/index.html">http://www.openginga.org/index.html</a>, foi disponibilizado o código do Ginga para toda a comunidade.</p>
<div id="attachment_83" class="wp-caption aligncenter" style="width: 484px"><img class="size-full wp-image-83" title="arquitetura_basica_ginga" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/arquitetura_basica_ginga.jpg" alt="Arquitetura Basica do Ginga" width="474" height="227" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura Basica do Ginga</p></div>
<p><strong>Referencias</strong><em> </em></p>
<p><em> </em><em>1 &#8211; MORENO, Marcio ferreira. Um Middleware Declarativo para Sistemas de TV Digital. 2006 .Disponível: ftp://ftp.telemidia.puc-rio.br/pub/docs/theses/2006_04_moreno.pdf.</em></p>
<p><em>2 &#8211; Wiki Ginga-NCL do Site de Software Público do Governo federal. Disponível: http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ginga/gingancl/one-community?page_num=6.</em></p>
<p><em>3 &#8211; Normalização TV Digital &#8211; ABNT NBR 15606-2. Disponível:</p>
<p>http://www.abnt.org.br/imagens/Normalizacao_TV_Digital/ABNTNBR15606-2_2007Vc_2008.pdf.</em></p>
<p><em>4 &#8211; ABNT NBR 15606-3 TV Digital. Disponível:</p>
<p>http://www.abnt.org.br/imagens/Normalizacao_TV_Digital/ABNTNBR15606-3_2007Vc_2008.pdf.</em></p>
<p><em>5 &#8211; Blog TV digital On Line. Disponível: http://tvdigitalonline.blogspot.com/2008/03/tv-digital-melhores-imagens-e-s.html.</em></p>
<p><em>6 &#8211; Normalização TV Digital &#8211; ABNT NBR 15606-1. Disponível: http://www.abnt.org.br/imagens/Normalizacao_TV_Digital/ABNTNBR15606-1_2007Vc_2008.pdf.<br />
</em></p>
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