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	<title>Hyper Declarativo &#187; Lua</title>
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		<title>Mergulhando no Ecossistema da Televisão Digital</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2010/03/16/mergulhando-no-ecossistema-da-televisao-digital-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 03:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Salve, Salve Fantasmas leitores Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre o aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem. O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado de desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda por serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em encontrar mão-de-obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, Salve <span style="text-decoration: line-through;">Fantasmas</span> leitores</p>
<p>Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre  o  aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem.</p>
<p>O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado  de  desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda  por  serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em   encontrar mão-de-obra qualificada. <span id="more-514"></span>Para resolver isso, a academia deverá   criar cursos especializados em todas as sub-áreas necessárias ( <a title="Veja alguns cursos que já existem" href="http://www.ofuturoedigital.com.br/blog/2009/11/cursos-na-area-de-tv-digital/" target="_blank">Veja alguns cursos que já estão disponíveis no Blog do o   Futuro é Digital </a>). Porém, como em todas as áreas, não basta ter   apenas o conhecimento acadêmico ( teórico) , então&#8230;Se estás   interessado neste mercado, trate de aproveitar o ensejo e mergulhe no   ecossistema do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) através    de pesquisas na arquitetura, abrangência multidisciplinar e impacto (   Econômico, Cultural e Social ) na sociedade.<br />
Para saber todas as especificações técnicas do SBTVD, basta ler as  normas publicadas pela <a title="ABNT" href="http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=1249" target="_blank">ABNT</a>,  nelas também é possível encontrar o detalhamento das  tecnologias  utilizadas que possibilitam a existência da Interatividade,  ou seja, no  que se refere a software é possível encontrar informações  sobre o  middleware <a title="Midleware Ginga" href="http://www.ginga.org.br/" target="_blank">Ginga</a> e  tecnologias utilizadas pelo mesmo ( <a title="Ginga-NCL" href="http://www.gingancl.org.br/" target="_blank">Ginga-NCL</a> e <a title="Ginga-J" href="http://www.lavid.ufpb.br/" target="_blank">Ginga-J</a> ). Para  melhor compreensão da importância de um middleware , vale  ressaltar  que em um Padrão de Televisão Digital a existência de  interatividade  está diretamente associada à presença desta camada. Outro  ponto  importante da norma é sobre o canal de interatividade ( também  chamado  de Canal de Retorno ), porém a mesma só cita os protocolos e  modelos de  conexão, não criando restrições &#8220;de meio&#8221; para a utilização  deste  serviço.</p>
<p>Para  finalizar, é preciso deixar claro que a norma é uma fonte de   conhecimento muito útil, porém teórica. Logo, faz-se necessário   pesquisar sobre Ginga &#8211; NCL ( <a title="NCL" href="http://www.gingancl.org.br/" target="_blank">NCL</a>,<a title="Lua" href="http://www.lua.org/" target="_blank">Lua</a> ), Ginga  -J ( ou <a title="JavaDTV" href="http://www.lavid.ufpb.br/" target="_blank">JavaDTV</a> ) e toda a arquitetura do Ginga; adquirir   conhecimento prático através de exemplos de aplicações ( <a title="no   Clube NCL" href="http://clube.ncl.org.br/" target="_blank">Clube NCL</a> ),  testar, <a title="teste os emuladores" href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1101545" target="_blank">emuladores</a> e <a title="plataformas  de   desenvolvimento" href="http://www.openginga.org/index.html" target="_blank">plataformas  de desenvolvimento</a>, e etc&#8230; Vale ainda  ressaltar que é  extremamente recomendável aprender através da experiência alheira, ou  seja, participar  de discussões em fóruns oficiais (<a title="como a  comunidade   Ginga do software publico" href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1101545" target="_blank">como a comunidade Ginga do software publico</a>), redes   sociais ( ex. Orkut e <a href="http://www.twitter.com/hdeclarativo" target="_blank">Twitter</a>)  , ler a blogosfera especializada, enfim. É  preciso mergulhar de cabeça  no universo da Televisão digital ! Então, o que fazes ai parado?  Embarque  neste provedor de sonhos profissional e seja mais um a crescer  com a  televisão digital.<br />
Obrigado por ler o Hyper Declarativo e  até a próxima.</p>
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		<title>TV Digital: Rio sedia Workshop Lua 2009</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/10/01/tv-digital-rio-sedia-workshop-lua-2009/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 00:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Workshop de uma das linguagens que &#8220;mais cresce&#8221; no Mundo. Acredito que juntamente com o SBTV, Lua vai expandir suas fronteiras. Quem puder, não deixe de participar deste maravilhoso evento. TV Digital: Rio sedia Workshop Lua 2009 Publicado em Convergência Digital – Coluna Circuito ( Por Cristina de Luca ) &#8211; 01/10/2009 20:06 Nos próximos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Workshop de uma das linguagens que &#8220;mais cresce&#8221; no Mundo. Acredito que juntamente com o SBTV, Lua vai expandir suas fronteiras. Quem puder, não deixe de participar deste maravilhoso evento.</p>
<p><strong>TV Digital: Rio sedia Workshop Lua 2009<br />
Publicado em <a href="http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=20522&amp;sid=54">Convergência Digital – Coluna Circuito ( Por Cristina de Luca )</a> &#8211; 01/10/2009 20:06</strong></p>
<p><strong>Nos próximos dias 6 e 7 de outubro, a PUC-Rio sedia o Lua Workshop 2009, evento anual da comunidade Lua que, pela primeira vez, acontecerá no país, apesar de a linguagem ter sido criada em 1993, por três brasileiros, no laboratório de computação gráfica da própria PUC-Rio, o Tecgraf. As edições anteriores aconteceram na George Washington University, em Washington (2008), na Océ Technologies, na Holanda (2006), e na sede da Adobe, na Califórnia.</strong></p>
<p><strong><span id="more-359"></span><br />
</strong></p>
<p><strong>Considerada a primeira linguagem de impacto desenvolvida fora do primeiro mundo, Lua está entre as vinte linguagens mais populares na Internet, segundo o índice Tiobe. E apesar de ser muito usada em sistemas embarcados e estar presente em celulares, espaçonaves e no desenvolvimento de processadores, só ficou famosa no Brasil depois que um programador da Lucas Arts, desenvolvedor do Grim Fandango, divulgou as vantagens obetidas com o seu uso durante a Game Developers Conference, encontro anual e o maior dos profissionais do entretenimento eletrônico.</strong></p>
<p><strong>Hoje, o uso de Lua em sistemas embutidos voltou a se destacar no Brasil pelo fato da linguagem integrar o middleware do Sistema Brasileiro de TV Digital, o Ginga. E este ano o evento contará om uma palestra especialemnte dedicada ao assunto.</strong></p>
<p><strong>Para o workshop já não há mais vagas. Mas ele integra a pré-programação do SBGames é o simpósio anual da Comissão Especial de Jogos e Entretenimento Digital da SBC (Sociedade Brasileira de Computação), que vai de 8 a 10 de outubro, na própria PUC-Rio, sob o tema &#8220;Pensando na Convergência&#8221;. Em destaque, a produção multiplataforma para TV, cinema, computador e celular, em diferentes segmentos (entretenimento, defesa, simulação e educação).</strong></p>
<p><strong>Nem é preciso dizer que a linguagem Lua será uma das estrelas dos tutoriais do SBGames. E a TV Digital, da Trilha de Computação.</strong></p>
<p><strong>Inscrições, agora, só na própria PUC-Rio,  a partir do dia 7 de outubro<br />
</strong></p>
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		<title>LUA</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/03/21/lua/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 00:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginga]]></category>
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		<description><![CDATA[O Artigo abaixo foi escrito por Günter Heinrich Herweg Filho. Do portal imaster , mas o localizei no site da ITV Produções. Apesar de repetir algumas coisas já ditas nos posts anteriores, vale a pena ler este artigo, pois a linguagem lua é explicada detalhadamente, ratificando o conhecimento adquirido. Lua: Introdução Neste primeiro artigo irei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Artigo abaixo foi escrito por Günter Heinrich Herweg Filho. Do portal <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/11743/tvdigital/lua_introducao">imaster</a> , mas o localizei no <a href="http://blog.itvproducoesinterativas.com.br/2009/03/13/lua-introducao/">site da ITV Produções</a>.</p>
<p>Apesar de repetir algumas coisas já ditas nos posts anteriores, vale a pena ler este artigo, pois a linguagem lua é explicada detalhadamente, ratificando o conhecimento adquirido.</p>
<p><span id="more-179"></span></p>
<p><strong>Lua: Introdução</strong></p>
<p><em><br />
Neste primeiro artigo irei apresentar a linguagem de programação Lua, a linguagem procedural do subsistema Ginga-NCL, parte integrante do sistema Ginga. Explanarei sobre suas características, sua origem, qual sua aplicação no meio de televisão, enfim, uma introdução dos principais conceitos. Inicialmente o foco será na linguagem pura e, gradativamente, será voltada para aplicações para televisão digital.<br />
Lua é uma linguagem de programação em script, planejada para estender aplicações escritas nas mais diversas linguagens. Oferece bom suporte a programação funcional, programação orientada a dados e até programação orientada a objetos. Por sua natureza extensível, Lua funciona embarcada em um programa “hospedeiro” ou, também chamado programa principal, que pode chamar funções ou trechos de código Lua, ler e escrever em variáveis e ainda registrar funções da linguagem C a serem invocadas por Lua, pois esta é escrita em C.<br />
Logo veremos que um NCLua (programa Lua para plataforma de televisão digital), é justamente isso, uma parte de um documento NCL.<br />
Existem outras linguagens de script similares a Lua nos propósitos, como Perl, Tcl, Ruby, Forth, e Python. Porém, nenhuma outra linguagem oferece esse conjunto de características:• Extensibilidade: É fácil prover uma interface de comunicação de Lua com linguagens como C/C++, Fortran, Java, Smalltalk, Ada e outras linguagens de script.• Simplicidade: Lua é simples e pequena (leve).• Eficiência: Comparativos mostram que Lua esta entre as linguagens interpretadas mais rápidas.</p>
<p>• Portabilidade: Lua roda em TODAS plataformas existentes.</p>
<p>A biblioteca de Lua, ou seja, sua API, a máquina de execução, e o interpretador de linha de comando são softwares livre. A comunidade de programadores já é bem vasta principalmente no exterior onde a linguagem é mais popular e possui uma boa documentação como manuais, artigos e livros.</p>
<p><strong>Surgimento.</strong></p>
<p>A linguagem Lua teve seu inicio em 1993 quando seus criadores, Roberto Lerusalimschy, Luiz H. de Figueiredo e Waldemar Celes, juntaram suas idéias e esforços para a criação de uma linguagem ágil, portável, completa e, apesar disso, simples.<br />
Foi projetada e desenvolvida no laboratório TecGraf e atualmente esta sob responsabilidade do LabLua, ambos na PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro).<br />
Nos primeiros anos de existência, Lua era usada em projetos internos e sua evolução lenta e gradual, na medida em que se descobria o verdadeiro potencial da nova linguagem.</p>
<p><strong>Mercado.</strong></p>
<p>A comunidade internacional conhece Lua muito bem e já usufrui de seus benefícios a muito tempo.<br />
Uma pesquisa informal feita pelo site gamedev.net de setembro de 2003 mostrou que Lua é a linguagem mais usada para script em jogos, cerca de 20% dos jogos são desenvolvidos com Lua, contra 7 % da segunda colocada, Python. Empresas como LucasArts, BioWare, Microsoft, Relic Entertainment, Absolute Studios eMonkeystone Games desenvolvem jogos usando Lua.<br />
A ferramenta de gerenciamento de fotos digital da Adobe, o Lightroom tem mais de 40% de seu código escrito em Lua.<br />
Podemos citar outras aplicações como firmware para impressoras, analisadores de protocolos,ferramentas de pós-produção de filmes e servidores Web.<br />
Aqui no Brasil a linguagem faz parte do nosso sistema de televisão digital sendo usada para o desenvolvimento de aplicações interativas, sua engine será parte integrante do middleware Ginga.</p>
<p><strong>Lua no Ginga.</strong></p>
<p>Alguns conceitos importantes: As aplicações interativas para Ginga podem ser puras, onde somente uma linguagem é usada no desenvolvimento, ou híbridas, quando misturamos linguagens na aplicação. Vejamos os casos:<br />
Podemos ter um documento NCL com código procedural (estendido) Lua, que chamamos NCLua. Neste caso, o programa principal é escrito em NCL e um de seus nós de conteúdo é um documento com código Lua, ou seja, um programa Lua que é invocado pelo programa NCL principal.<br />
Um caso similar é quando temos um documento NCL com código procedural (também estendido) Java, que chamamos de NCLet.<br />
Quando falamos de aplicações puras, podemos ter aplicações feitas somente em Java, que chamamos de Xlet, ou somente em NCL. Aplicações feitas somente em Lua não são permitidas, pois, como falei anteriormente, Lua precisa de um programa hospedeiro.<br />
A arquitetura dos decodificadores full-seg prevê a máquina de execução Lua e a Máquina Virtual Java (JVM) como partes obrigatórias. Assim como NCL e Java como linguagens de programação obrigatórias. Isso quer dizer que a linguagem Lua junto de NCL e Java poderá ser usada em todas as aplicações interativas, pois a norma prevê suporte para que elas executem sem problemas.<br />
Mas quando mudamos o foco para receptores one-seg, que são os dispositivos portáteis, como celulares, a linguagem Java passa a ser opcional, enquanto Lua é obrigatória. Em termos práticos isso quer dizer que se alguma empresa que desenvolve aplicativos para celular o fizer usando linguagem Java, corre o risco de algum receptor não aceitar a aplicação porque o fabricante do dispositivo decidiu não colocar a JVM no aparelho. Esse problema não acontece com aplicações feitas em Lua, pois a norma prevê que todos os aparelhos devem obrigatoriamente dar suporte a aplicações Lua.<br />
As figuras abaixo resumem as arquiteturas. A primeira camada são os aplicativos, escritos em NCL, NCLua ou Java (Xlet) no caso de receptores fixos. Na segunda camada estão as máquinas de execução, e por último o sistema operacional.</p>
<p></em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-180" title="lua_img1" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/lua_img1.jpg" alt="lua_img1" width="476" height="186" /></p>
<p><em>Figura 1: Arquitetura com Ginga-J e Ginga-NCL obrigatoriamente presentes: full-seg.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-181" title="lua_img2" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/lua_img2.jpg" alt="lua_img2" width="476" height="184" /></p>
<p><em> Figura 2: Arquitetura de dispositivo one-seg opcionalmente sem a máquina virtual Java.<br />
Nos próximos artigos irei explorar a linguagem com conceitos e exemplos.<br />
Günter Heinrich Herweg Filho.<br />
</em></p>
<p>Em tempo: A medida em que os próximos artigos sobre este assunto forem lançados, publicarei aqui no blog.</p>
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