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	<title>Hyper Declarativo &#187; Ginga</title>
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		<title>Mergulhando no Ecossistema da Televisão Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 03:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Salve, Salve Fantasmas leitores Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre o aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem. O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado de desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda por serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em encontrar mão-de-obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, Salve <span style="text-decoration: line-through;">Fantasmas</span> leitores</p>
<p>Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre  o  aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem.</p>
<p>O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado  de  desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda  por  serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em   encontrar mão-de-obra qualificada. <span id="more-514"></span>Para resolver isso, a academia deverá   criar cursos especializados em todas as sub-áreas necessárias ( <a title="Veja alguns cursos que já existem" href="http://www.ofuturoedigital.com.br/blog/2009/11/cursos-na-area-de-tv-digital/" target="_blank">Veja alguns cursos que já estão disponíveis no Blog do o   Futuro é Digital </a>). Porém, como em todas as áreas, não basta ter   apenas o conhecimento acadêmico ( teórico) , então&#8230;Se estás   interessado neste mercado, trate de aproveitar o ensejo e mergulhe no   ecossistema do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) através    de pesquisas na arquitetura, abrangência multidisciplinar e impacto (   Econômico, Cultural e Social ) na sociedade.<br />
Para saber todas as especificações técnicas do SBTVD, basta ler as  normas publicadas pela <a title="ABNT" href="http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=1249" target="_blank">ABNT</a>,  nelas também é possível encontrar o detalhamento das  tecnologias  utilizadas que possibilitam a existência da Interatividade,  ou seja, no  que se refere a software é possível encontrar informações  sobre o  middleware <a title="Midleware Ginga" href="http://www.ginga.org.br/" target="_blank">Ginga</a> e  tecnologias utilizadas pelo mesmo ( <a title="Ginga-NCL" href="http://www.gingancl.org.br/" target="_blank">Ginga-NCL</a> e <a title="Ginga-J" href="http://www.lavid.ufpb.br/" target="_blank">Ginga-J</a> ). Para  melhor compreensão da importância de um middleware , vale  ressaltar  que em um Padrão de Televisão Digital a existência de  interatividade  está diretamente associada à presença desta camada. Outro  ponto  importante da norma é sobre o canal de interatividade ( também  chamado  de Canal de Retorno ), porém a mesma só cita os protocolos e  modelos de  conexão, não criando restrições &#8220;de meio&#8221; para a utilização  deste  serviço.</p>
<p>Para  finalizar, é preciso deixar claro que a norma é uma fonte de   conhecimento muito útil, porém teórica. Logo, faz-se necessário   pesquisar sobre Ginga &#8211; NCL ( <a title="NCL" href="http://www.gingancl.org.br/" target="_blank">NCL</a>,<a title="Lua" href="http://www.lua.org/" target="_blank">Lua</a> ), Ginga  -J ( ou <a title="JavaDTV" href="http://www.lavid.ufpb.br/" target="_blank">JavaDTV</a> ) e toda a arquitetura do Ginga; adquirir   conhecimento prático através de exemplos de aplicações ( <a title="no   Clube NCL" href="http://clube.ncl.org.br/" target="_blank">Clube NCL</a> ),  testar, <a title="teste os emuladores" href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1101545" target="_blank">emuladores</a> e <a title="plataformas  de   desenvolvimento" href="http://www.openginga.org/index.html" target="_blank">plataformas  de desenvolvimento</a>, e etc&#8230; Vale ainda  ressaltar que é  extremamente recomendável aprender através da experiência alheira, ou  seja, participar  de discussões em fóruns oficiais (<a title="como a  comunidade   Ginga do software publico" href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=1101545" target="_blank">como a comunidade Ginga do software publico</a>), redes   sociais ( ex. Orkut e <a href="http://www.twitter.com/hdeclarativo" target="_blank">Twitter</a>)  , ler a blogosfera especializada, enfim. É  preciso mergulhar de cabeça  no universo da Televisão digital ! Então, o que fazes ai parado?  Embarque  neste provedor de sonhos profissional e seja mais um a crescer  com a  televisão digital.<br />
Obrigado por ler o Hyper Declarativo e  até a próxima.</p>
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		<title>Agora Vai !</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 04:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Finalmente o Forum do SBTVD confirmou a API desenvolvida pela Sun como a maquina procedural do middleware do padrão Brasileiro. Para tanto a Sun deu um descontinho de apenas 15% pela utilização do JavaDTV no Ginga-J. Pra quem não entendeu, as palavras descontinho e apenas estão na mesma frase por que o Forum esperava um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Finalmente o Forum do SBTVD confirmou a API desenvolvida pela Sun como a maquina procedural do middleware do padrão Brasileiro. Para tanto a Sun deu um descontinho de apenas 15% pela utilização do JavaDTV no Ginga-J. Pra quem não entendeu, as palavras descontinho e apenas estão na mesma frase por que o Forum esperava um desconto bem maior. De qualquer maneira agora é esperar a publicação da norma e finalmente a liberação do Ginga completo ( Perfil Full-Seg ) nos receptores, e conseqüentemente a liberação da esperada interatividade na TV Digital. Quanto o Ginga vai nos custar (R$) ?  É esperar pra ver e torcer que a interatividade chegue antes do final do ano.<br />
A noticia por completa você pode ver no <a href="http://blog.itvproducoesinterativas.com.br/2009/05/12/javadtv-oficial/">Blog Da iTV </a></strong></p>
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		<title>Nova versao do Virtual Set-top Box</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/05/20/nova-versao-do-virtual-set-top-box/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 02:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova versão do STB Virtual. Abaixo o e-mail recebido comunicando a atualização. Agora é baixar a nova verão e partir pra diversão. De: &#8220;no-reply@www.softwarepublico.gov.br&#8221; Para: santos_igor@yahoo.com.br Enviadas: Quarta-feira, 13 de Maio de 2009 19:14:12 Assunto: [Ginga] Nova versao do Virtual Set-top Box A Comunidade Ginga disponibilizou em 04/05/2009 nova versão do Virtual Set-top Box, máquina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nova versão do STB Virtual. Abaixo o e-mail recebido comunicando a atualização. Agora é baixar a nova verão e partir pra diversão.</strong></p>
<p>De: &#8220;no-reply@www.softwarepublico.gov.br&#8221;<br />
Para: santos_igor@yahoo.com.br<br />
Enviadas: Quarta-feira, 13 de Maio de 2009 19:14:12<br />
Assunto: [Ginga] Nova versao do Virtual Set-top Box</p>
<p>A Comunidade Ginga disponibilizou em 04/05/2009 nova versão do Virtual Set-top Box,  máquina VMWare que possui a implementação de referência do Ginga-NCL (C++) instalada e pronto para uso. Usuários de versões anteriores são recomendados a fazer a atualização.</p>
<p><span id="more-201"></span></p>
<p>Ginga-NCL Virtual Set-top Box v.0.10.1 foi atualizado com o novo código do Ginga-NCL (C++) v.0.10.1. O Set-top Box Virtual é uma máquina virtual VMWare com sistema Linux instalado e pré-configurado com todos os requisitos do Ginga-NCL (C++). Pode ser obtido por meio da SubComunidade Ginga-NCL, no box &#8220;Direto ao Ginga&#8221; (http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ginga/gingancl/). Lá você encontra também um &#8220;HOW-TO&#8221; com dicas para instalar e operar o Set-top Box Virtual.</p>
<p>Para maiores informações sobre as modificações no código do Ginga-NCL, consulte os arquivos ChangeLog presentes em cada pacote de código-fonte presente no SVN (http://svn.softwarepublico.gov.br/trac/ginga/browser). A atualização corresponde às revisões 17 a 21 do SVN.</p>
<p>Comunidade Ginga</p>
<p><a href="http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/register?community_id=1101545&amp;referer=/dotlrn/clubs/ginga/ SubComunidade Ginga-NCL">http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/register?community_id=1101545&amp;referer=/dotlrn/clubs/ginga/</a></p>
<p>SubComunidade Ginga-NCL</p>
<p><a href="http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ginga/register?community_id=1160871&amp;referer=/dotlrn/clubs/ginga/gingancl">http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ginga/register?community_id=1160871&amp;referer=/dotlrn/clubs/ginga/gingancl</a></p>
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		<title>GINGA LIVE CD</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 22:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Visando facilitar o desenvolvimento e testes de aplicações declarativas, o laboratório telemidia da PUC-Rio liberou um CD live contendo um ambiente Linux e o Ginga-NCL player . A versão está pronta para conexão com de rede e a busca de aplicações em outras fontes. Abaixo a reprodução da noticia liberada em 28 Fev 2009 na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Visando facilitar o desenvolvimento e testes de aplicações declarativas, o laboratório telemidia da PUC-Rio liberou um CD live contendo um ambiente Linux e o Ginga-NCL player . A versão está pronta para conexão com de rede e a busca de aplicações em outras fontes. Abaixo a reprodução da noticia liberada em 28 Fev 2009 na comunidade do <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/spb/">portal do software público</a> brasileiro por Marcelo Moreno.</p>
<p><span id="more-170"></span></p>
<p><strong>Ginga Live CD agora disponível!</strong></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-167" title="livecd" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/livecd.png" alt="livecd" width="250" height="342" /><em>Os pesquisadores do Laboratório TeleMidia da PUC-Rio fecharam a versão 1.0 do Ginga Live CD e a Comunidade Ginga já possui disponível o link para download da imagem ISO.<br />
Ginga Live CD é uma distribuição do sistema operacional Linux auto-contido em um CD, capaz de ser inicializado, utilizado e encerrado sem a necessidade de instalação do sistema ou configurações avançadas. O objetivo do Ginga Live CD é oferecer um ambiente de execução e testes de aplicações NCL e NCLua com opções para busca de conteúdo a partir de diversas fontes.<br />
Para isso, além do sistema operacional Linux, o CD contém uma versão atualizada da implementação de referência do Ginga-NCL e uma interface gráfica avançada que representa mais um passo na busca por uma plataforma amigável para testes e apresentações de aplicações NCL e NCLua. As aplicações podem ser buscadas do próprio CD, que contém alguns exemplos, do <a href="http://clube.ncl.org.br/">Clube NCL</a> e do dispositivo de armazenamento USB de preferência do desenvolvedor NCL (pendrives, HDs externos, etc.). </em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-168" title="mainmenu" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/mainmenu.png" alt="mainmenu" width="500" height="375" /><em>Assim, seja para navegar entre os conteúdos publicados no Clube NCL e no CD, seja para os seus próprios testes de desenvolvimento, o usuário tem à disposição uma plataforma simples e fácil de usar, ao mesmo tempo que poderosa em opções para busca de conteúdos.<br />
Além dessas funcionalidades, a versão 1.0 do Ginga Live CD apresenta a possibilidade de gerenciamento das variáveis de contexto do usuário, que podem ser acessadas a partir das aplicações NCL/NCLua para fins de personalização e adaptabilidade.<br />
O sistema operacional conta com excelente suporte a placas gráficas, dispositivos de áudio e interfaces de rede Ethernet. A interface de rede é configurada automaticamente por meio de protocolo DHCP. Ainda não há suporte a configuração manual do protocolo IP. Também não há suporte a interfaces de rede sem fio no momento.<br />
Como todo Live CD ou CD bootavel, o computador deve ser inicializado a partir da unidade de CD-ROM. Durante a inicialização, todo o sistema de arquivos do CD é copiado para a memória RAM, para obtermos um bom desempenho na execução das aplicações. Essa tarefa de cópia pode durar cerca de 2 minutos, dependendo da velocidade da unidade de CD. Recomenda-se um mínimo de 1Gb de memória RAM para o pleno uso do sistema.<br />
Para baixar a imagem ISO do Ginga Live CD, vá para:<br />
<a href="http://www.ncl.org.br/ferramentas/ginga_LiveCD_v1.0.iso">http://www.ncl.org.br/ferramentas/ginga_LiveCD_v1.0.iso</a><br />
Não deixe de ler as notas da versão disponíveis na interface gráfica. Aguardamos o feedback de todos para aperfeiçoarmos mais esta ferramenta de nossa Comunidade. </em></p>
<p>Em tempo: Parabéns a telemidia e seus desenvolvedores.</p>
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		<title>TV Digital: Ginga já está disponível para conversores da Proview</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/03/11/tv-digital-ginga-ja-esta-disponivel-para-conversores-da-proview/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 23:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hardware Para TVDI]]></category>
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		<description><![CDATA[Com um modelo de negócio diferente e às vésperas do Carnaval, a RCASOFT Informática lançou o RCASOFT Middleware, implementação do código aberto do Ginga-NCL, desenvolvido pela PUC-Rio rodando sobre sistema operacional Linux. Por enquanto, a versão é voltada para uso exclusivo nos conversores XPS-1000, fabricados pela Proview. Quem já comprou esse conversor pode receber o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com um modelo de negócio diferente e às vésperas do Carnaval, a RCASOFT Informática lançou o RCASOFT Middleware, implementação do código aberto do Ginga-NCL, desenvolvido pela PUC-Rio rodando sobre sistema operacional Linux. Por enquanto, a versão é voltada para uso exclusivo nos conversores XPS-1000, fabricados pela Proview.</p>
<p><span id="more-148"></span></p>
<p>Quem já comprou esse conversor pode receber o software por e-mail junto com instruções detalhadas para a atualização. Também terá acesso a algumas aplicações interativas de exemplo, mediante o pagamento de R$ 199,00. Esse montante, segundo a empresa, inclui o suporte técnico por e-mail durante 90 dias. O formulário de instalação está disponível no site da RCASOFT (www.rcasoft.com ou www.rcasoft.com.br).</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo foi colocar logo no mercado uma alternativa de middleware para os desenvolvedores de aplicações, emissoras de TV, agências de publicidade e produtoras de conteúdo que desejem ver na prática como funciona a interatividade na TV digital&#8221;, explica Rodrigo Cascão Araújo, Diretor Comercial da RCASOFT Informática.</p>
<p>O modelo de negócio, incremental, prevendo atualização do software pelo próprio usuário, agradou aos representantes da indústria de software descontentes com a morosidade do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) para colocar o Ginga no mercado.</p>
<p>Preço alto: um risco</p>
<p>Muitos, porém, estranharam o preço cobrado pelo middleware, uma vez que a implementação está sendo desenvolvida pela RCASOFT, com apoio da FINEP, através de recursos do Programa de Subvenção Econômica à Inovação, usando como base a implementação do suporte o código aberto desenvolvido pela PUC-Rio e disponível para download no Portal do Software Público Brasileiro (www.softwarepublico.gov.br).</p>
<p>O valor, R$ 199, praticamente dobra o preço do conversor da Proview, encontrado nas lojas por até R$ 299. O medo de parte dos desenvolvedores de software voltados para a TV Digital é de que este custo termine provocando um efeito contrário ao desejado: Afastar o usuário da interatividade.</p>
<p>Segundo Rodrigo Cascão, o valor de R$ 199 é necessário para cobrir os custos dos serviços técnicos de preparação do software de instalação específico para o receptor do usuário (com base no MAC address, visando evitar instalação em receptores não autorizados), envio do software e de algumas aplicações interativas e suporte técnico durante o período de 90 dias.</p>
<p>&#8220;Pode ser que o preço venha a cair, futuiramente, caso consigamos automatizar mais o processo de atualização&#8221;, explica o executivo.</p>
<p>Mercado começa a se formar<br />
A implementação permite a execução de aplicações interativas transmitidas pela emissora durante a programação, pelo ar, via carrossel de objetos e/ou a execução de aplicações gravadas em um pendrive conectado à porta USB do conversor.</p>
<p>Segundo muitos desenvolvedores de aplicações interativas, a maioria das emissoras de TV de SP está usando o playout da empresa para gerar o carrossel de dados/objetos para interatividade.</p>
<p>Seguindo a lógica da atualização pelo usuário, Rodrigo Cascão afirma que o Ginga-J (JavaDTV), ainda em processo de normatização pelo SBTVD, também será suportado futuramente pelo RCASOFT Middleware.</p>
<p>O produto chega para competir no mercado com implemtações do Ginga criadas pela TQTVD (a AstroTV, que já foram demonstradas publicamente rodando em receptores da Visiontec e da Tecsys), pela Mopa (a Mopa, usadas em receptores Zinwell e Aiko) e pela Universidade Federal da Paraíba (o OpenGinga).</p>
<p>A RCASOFT trabalha com um modelo de licenciamento direto para fabricantes de receptores em que o valor da licença do RCASOFT Middleware pode chegar a cerca de US$ 1,00 por receptor com base no volume licenciado para pré-instalação.</p>
<p>Fonte: Cristina de Luca &#8211; Convergência Digital<br />
Notícia publicada em: <a href="http://www.itvproducoesinterativas.com.br/portal/noticias_detalhe.php?noticia=33">ITV Produções Interativas</a></p>
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		<title>E o Televisor?</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/03/06/e-o-televisor/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 22:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginga]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware Para TVDI]]></category>
		<category><![CDATA[Interatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Conceitos_Basicos]]></category>
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		<description><![CDATA[A televisão digital aberta trará inúmeras novidades para o telespectador, porém, para usufrui 100% de tais novidades será necessário estar atento aos equipamentos e suas configurações. Como foi mostrado no post anterior , o Fórum SBTVD criou uma matéria intitulada: Como escolher seu televisor digital em que o foco principal é sanar as dúvidas sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A televisão digital aberta trará inúmeras novidades para o telespectador, porém, para usufrui 100% de tais novidades será necessário estar atento aos equipamentos e suas configurações.</p>
<p>Como foi mostrado no <a href="http://hyperdeclarativo.wordpress.com/2009/03/02/duvidas-e-mais-duvidas-sobre-televisao-digital/">post anterior</a> , o Fórum SBTVD criou uma matéria intitulada: <strong>Como escolher seu televisor digital</strong> em que o foco principal é sanar as dúvidas sobre o Televisor e equipamentos necessários para o melhor aproveitamento do telespectador com a televisão Digital.<br />
Abaixo, reproduzo os principais pontos desta matéria:<span id="more-130"></span></p>
<p><strong>1 – Onde o televisor vai ser instalado?</strong></p>
<p><em>Parece uma pergunta óbvia, mas não é. Os atuais televisores de tubo têm tela de, no máximo, 29 polegadas1 (da ordem de 47cm de profundidade, formato de tela 4:3, largura de 59cm e altura de 44cm). Esses aparelhos representam dor de cabeça para arquitetos e decoradores comporem ambientes esteticamente harmoniosos.<br />
Para ver uma imagem de alta definição verdadeira (1920 pixels na horizontal e 1080 pixels/linhas na vertical) o televisor precisa ter, no mínimo, 42 polegadas (da ordem de 1.07m) de diagonal. Isso equivale a uma largura de 93cm e altura de 52cm, porque a largura/altura é 16/9. CUIDADO! As dimensões reais do aparelho são maiores que as da tela e precisam ser consideradas. Onde vou colocar esse aparelho?<br />
</em></p>
<p><strong>2 – A que distância devo estar da tela?</strong></p>
<p><em>Essa pergunta não vai ter uma resposta exata porque ela depende das características do olho de quem está assistindo, mas o Módulo Técnico do Fórum SBTVD estudou o assunto e conclui o seguinte: se Z é o tamanho da diagonal do televisor em polegadas e D a distância de observação da imagem em metros, são válidas as seguintes fórmulas:<br />
- Para televisores 16:9 – D = 0.0147 x Z e para televisores 4:3 – D = 0.042 x Z.<br />
Como nem todos podem ficar perpendiculares ao centro da tela, precisa ser considerado o ângulo de visão do televisor. Quanto maior esse ângulo, maior a possibilidade de posicionamento lateral para assistir televisão sem perda de qualidade. Sendo assim, é necessário que antes de adquirir um televisor, o consumidor avalie o ambiente onde será instalado de forma a garantir que o posicionamento dos telespectadores atenda ao ângulo de visão proporcionado pelo televisor. Isso deve ser verificado no local da compra.<br />
O que precisa ficar bem claro é que esses dados são de referência, mas servem para uma aproximação inicial. Cada um deve escolher a melhor distância para que seus olhos não fiquem cansados. Uma dica boa é a seguinte: Não se pode ver os pixels da tela (se isso acontecer é porque o telespectador está muito perto) e nem ter dificuldades para perceber detalhes finos, como letras pequenas, por exemplo (se isso acontecer é porque o telespectador está muito longe). Se as crianças estão ficando muito perto da tela é bom levá-las ao oculista, pode ser miopia.<br />
</em></p>
<p><strong>3 – Como ajusto Brilho, Contraste, Saturação (Colour ou Color) e Cores (Tint, Hue, Matiz)?<br />
</strong></p>
<p><em>Todos os televisores têm esses quatro controles. Brilho é a luminosidade da tela; Contraste é a distância entre os níveis de branco e preto; Saturação é o ajuste para colocar as cores mais berrantes, brilhantes); Cores é o ajuste que vai colocar a imagem mais azulada ou mais avermelhada. Esses parâmetros são muito subjetivos e devem ser ajustados somente uma vez, na presença de todos os usuários. Para iniciar é bom deixar todos eles na posição central, mas quanto maior o brilho de um televisor, maior será a quantidade de luz emitida e melhor será a qualidade da imagem, principalmente em ambientes com maior iluminação. Uma boa dica para o Contraste é colocar a Saturação em zero (sem cores) e escolher o melhor valor sem que a imagem fique ruidosa. Saturação em excesso introduz ruído nas cores e deve ser evitado. Matiz é melhor deixar no meio.<br />
</em></p>
<p><strong>4 – Como vou usar a interatividade?</strong></p>
<p><em>Esse recurso é, sem dúvidas, uma das principais atrações da TV digital, livre, aberta e gratuita, mas para ser implementada exige recursos pesados das emissoras que já investiram muito para colocar os programas no ar, sem acréscimo de receitas. Mas antes de falarmos no serviço, vamos defini-lo de acordo com a teoria das comunicações. Interatividade é uma comunicação bidirecional, online, em tempo real, entre dois agentes, onde um deles é um banco de dados.<br />
Claro que o pessoal de Marketing criou, a partir da definição teórica, muitos tipos de interatividades, e hoje qualquer DVD que se compra é interativo, porque tem dados auxiliares em relação ao conteúdo principal (filmes são os melhores exemplos). As emissoras vão também implantar vários tipos de interatividades, paulatinamente, de acordo com a realidade do mercado.<br />
Mas, o que precisa fazer o telespectador? Ele necessita combinar três recursos: 1) televisor, 2) conversor digital (set-top box) e 3) meio de conexão com a emissora.<br />
O coração da interatividade é o software Ginga (middleware para TV digital adotado pelo SBTVD) desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que precisa estar instalado no conversor digital ou no televisor. Surgem várias opções, mas uma interessante é o PVR (Personal video Recorder – ex videocassete) que permite gravar um programa enquanto assiste a outro. Uma boa aplicação para ele seria usá-lo em esportes. Se a emissora transmite um jogo de futebol, e usa o recurso da multi-programação, posso utilizá-lo para gravar os gols, enquanto assisto ao jogo normalmente; depois edito de acordo com o resultado.<br />
</em></p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption aligncenter" style="width: 399px"><img class="size-full wp-image-128" title="interatividade" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/interatividade.jpg" alt="Interatividade" width="389" height="308" /><p class="wp-caption-text">Interatividade</p></div>
<p><em>O meio de conexão com a emissora também tem várias alternativas. Escrever um texto para descrevê-las ficaria cansativo; então o Fórum SBTVD preparou um formulário que servirá de guia para orientar o usuário no ato da compra; ele está no final do texto. O formulário fala em conversores digitais, mas vale também para os televisores, até porque existe a opção do televisor ter o conversor integrado. </em></p>
<p><strong>6 – E para o áudio? Quais os cuidados?</strong></p>
<p><em>O áudio sempre foi um complicador para a TV, mas em algumas situações ele é mais importante do que o vídeo. Um exemplo dessa situação seria para as pessoas que seguem novelas normalmente. Se em algum capítulo intermediário o vídeo sumir da tela, mas o áudio continuar, o telespectador vai entender normalmente o conteúdo, mas o inverso não se aplica.<br />
No caso da TV digital tem um complicador para as pessoas que já possuem sistemas de Home Theaters instalados; os formatos de áudio são incompatíveis para o som Surround, ou 5.1 – para estéreo eles são compatíveis. Mas a nossa indústria já resolveu o problema com um conversor.<br />
</em></p>
<p><strong>7 – Algumas perguntas mais freqüentes:7.1 &#8211; O que é exatamente alta definição? (1280&#215;720 pixels? 1366&#215;768? 1920&#215;1080?)</p>
<p></strong></p>
<p><em>Alta definição verdadeira é a Full HD. É a máxima resolução oferecida pela TV digital aberta. A imagem é formada por 1920 pixels na maior dimensão da tela (Horizontal) e 1080 pixels na menor dimensão (Vertical). Nos textos costumam aparecer 1920 pixels horizontais e 1080 linhas na direção vertical; multiplicando os dois números obtemos o número total de pixels da tela, ou seja, 1920 x 1080 = 2.073.000 pixels. A representação simplificada da Full HD é 1920 x 1080. Qualquer valor diferente desses não é Full HD; pode ser TV digital, mas a definição será inferior a de 1920 x 1080.<br />
</em></p>
<p><strong>7.2 &#8211; A alta definição tem alguma relação com o tamanho do televisor?</strong></p>
<p><em>Não, mas para ver uma imagem em Full HD o televisor deve ter, no mínimo, 42 polegadas de diagonal – aproximadamente 1.06m.<br />
</em></p>
<p><strong>7.3 &#8211; Quais aspectos são importantes em um televisor para captar imagens em alta definição?</strong></p>
<p><em>Para receber imagem em alta definição basta ser 1920 x 1080.</em></p>
<p><strong>8 &#8211; Quais são as diferenças básicas entre os formatos 4:3 e 16:9?</strong></p>
<p><em>Esses números representam a relação entre largura e altura da tela. Os televisores Full HD são todos 16:9 e os de tubo (que funcionam hoje com a TV analógica) são todos 4:3, mas há estudos para fabricar televisores de tubo Full HD. O formato 16:9 é chamado de tela de cinema ou Widescreen.<br />
</em></p>
<p><strong>9  &#8211; Quando o Ginga estiver pronto poderá ser instalado em qualquer tipo de conversor?</strong></p>
<p><em>Isso vai depender do tipo/modelo do televisor/conversor. O formulário que compõe o texto deixa isso muito claro e o futuro comprador deve ter muito cuidado na hora da compra para não decidir errado.<br />
</em><br />
<strong>10 &#8211; Quais são as principais possibilidades de interatividade?</strong></p>
<p><em>Existem vários tipos de interatividade, mas a mais completa é aquela que permite ao telespectador interagir com o programa na hora que ele está sendo exibido; um bom exemplo é poder comprar um produto que aparece na cena usando o controle remoto. Essa facilidade vai ser implementada paulatinamente pelas redes de TV, porque os investimentos são altos.<br />
</em></p>
<p><strong>11  &#8211; Como o cliente pode saber se seu aparelho receberá os sinais digitais ou se está numa área de “sombra”? Ele poderá investir na compra do aparelho, do conversor, da antena e não conseguir receber os sinais digitais?</strong></p>
<p><em>Para a Região Metropolitana de São Paulo já existem levantamentos mostrando as áreas de sombra. As principais lojas já possuem essa informação. Nas outras cidades o levantamento já está em andamento, mas no futuro não haverá áreas de sombra, porque o nosso sistema permite resolver esse problema. O que precisa ficar claro é que esses estudos não são 100% confiáveis. É sempre bom conferir como está a recepção no endereço onde o televisor vai ser instalado.<br />
</em></p>
<p><strong>12 &#8211; Quais são as diferenças básicas entre os aparelhos de Plasma e LCD?</strong></p>
<p><em>Em termos de qualidade subjetiva (feita sem instrumentos) as tecnologias são equivalentes. O mercado internacional está vendendo mais LCD do que Plasma. A principal desvantagem do Plasma é que ele pode “marcar a tela” com alguma parte da imagem muito tempo parada no mesmo lugar – quase todos monitores dos caixas dos bancos apresentam essa deficiência. No LCD a desvantagem chama-se “Pixels mortos” (Death pixels) que faz uma linha (ou parte dela) ficar com uma cor constante. Uma solução é, na hora da compra, colocar a mesma imagem nos dois tipos e escolher a que melhor agrade ao comprador.<br />
</em></p>
<p>A matéria pode ser encontrada no site do Forum SBTVD ,<br />
mais precisamente em:<br />
<strong><a href="http://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=34">http://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=34</a></strong><br />
Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Conceitos Televisão Digital &#8211; Parte 4</title>
		<link>http://www.hyperdeclarativo.com.br/2009/02/28/conceitos-televisao-digital-parte-4/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 22:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ginga]]></category>
		<category><![CDATA[Ginga-CC]]></category>
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		<description><![CDATA[Ginga-CC O Ginga-CC é uma camada que suporta os ambientes existente no Ginga, sendo implementado os exibidores de mídia dos ambientes Ginga-NCL e Ginga-J. Esta camada também tem contato direto com o sistema operacional e a camada de hardware, sendo que é a mesma tem o controle do plano gráfico, tratamento de dados obtidos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ginga-CC</strong></p>
<p>O Ginga-CC é uma camada que suporta os ambientes existente no Ginga, sendo implementado os exibidores de mídia dos ambientes Ginga-NCL e Ginga-J. Esta camada também tem contato direto com o sistema operacional e a camada de hardware, sendo que é a mesma tem o controle do plano gráfico, tratamento de dados obtidos do carrossel de objetos DSM-CC (Digital Storage Media Command and Control), canal de retorno, acesso ao sistema de arquivo e ao terminal gráfico.<span id="more-93"></span></p>
<div id="attachment_85" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-85" title="ginga-cc" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/ginga-cc.jpg" alt="Arquitetura Ginga-CC" width="500" height="170" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura Ginga-CC</p></div>
<p><strong>Ginga-J</strong><br />
O Ginga-J foi desenvolvido no laboratório LAVID/UFPB, sendo que inicialmente foi denominada de Flex-TV, porém com a junção das pesquisas com a PUC-Rio foi lançado posteriormente no middleware Ginga, e denominado de Ginga-J, o ambiente de execução do Ginga, ou seja, é responsável por dar suporte a aplicações desenvolvidas em linguagens procedurais.<br />
Analogamente a outros middlewares existentes, o Ginga-J também tem como padrão de linguagem procedural o Java, utilizando a Java TV através das classes Xlet. É possível também detectar a presença de pacotes encontrados em outros middlewares como o DAVIC e HAVi, tais padrões também são denominados pelo Padrão GEM. Antes do lançamento oficial da Ginga, foi detectado que havia a possibilidade da cobrança de royalties devido a utilização dos pacotes relacionados ao GEM, pois as patentes estavam atreladas a empresa americana Via Licenling. Logo o Governo Brasileiro suspendeu o lançamento do Ginga para receptores fixos ( chamados full-seg ).  No período de aproximadamente 1 ano, o Governo realizou negociações para evitar a possível cobrança de royalties, e paralelamente a Sun Microsystens desenvolveu uma API substituta, denominada de Java DTV . No final de 2008 o Governo decidiu por utilizar o Java DTV, sendo que o fórum SBTVD esta terminando de escrever as especificações e a ABNT deve liberar as mesmas no decorrer do ano de 2009, liberando assim a interatividade por completa no Sistema Brasileiro de Televisão Digital.</p>
<p><strong>Ginga-NCL</strong></p>
<p>O Ginga-NCL foi desenvolvido pelo laboratório Telemídia/PUC-Rio e inicialmente foi intitulado de Maestro, contudo com a junção das pesquisas da UFPB, o nome foi alterado para Ginga-NCL, sendo que o mesmo é o ambiente declarativo responsável por dar suporte às aplicações declarativas desenvolvidas na linguagem NCL (Nested Context Language). Tais aplicações são responsáveis por ler os documentos multimídia com interatividade, denominados de hipermídia.<br />
A NCL foi especificada através de uma DTD (Document type Definition – XML W3C, 1998a) que escreve documentos baseados no modelo conceitual NCM (Nested Context Model) e é a única que disponibiliza agentes capazes de organizar os objetos para apresentação com sincronismo de mídia, e também dar suporte a múltiplos dispositivos, adaptabilidade e a estrutura necessária ao desenvolvimento de conteúdo de programas ao vivo. Analogamente a outras linguagens declarativas, a NCL também tem suporte a scripts escritos em código procedural, sendo que a linguagem padrão também foi desenvolvida na PUC-Rio e é chamada de Lua .</p>
<p>*Referências: A mesmas citadas anteriormente</p>
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		<title>Conceitos Televisão Digital &#8211; Parte 3</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 21:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ginga]]></category>
		<category><![CDATA[Interatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Alta definição A Televisão digital foi lançada no Brasil em 2 de dezembro de 2007, desde então a alta definição é a única vantagem notada pelos telespectadores quando comparada a televisão comum. As Mudanças são significativas, pois a partir de agora o formato de exibição é em widescreen (16:9) e em Alta definição (HDTV com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alta definição</strong></p>
<p>A Televisão digital foi lançada no Brasil em 2 de dezembro de 2007, desde então a alta definição é a única vantagem notada pelos telespectadores quando comparada a televisão comum.  As Mudanças são significativas, pois a partir de agora o formato de exibição é em widescreen (16:9) e em Alta definição (HDTV com 1.080 linhas) e o Áudio poderá se em estéreo ou surround 5.1.<span id="more-86"></span></p>
<div id="attachment_82" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-82" title="Alta Definição" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/altadefinicao.jpg" alt="Ilustração de Alta definição " width="350" height="208" /><p class="wp-caption-text">Ilustração de Alta definição </p></div>
<p><strong>Interatividade</strong></p>
<p>Prevista para estar disponível no inicio de 2010, a interatividade para dispositivos fixos pode ser encontrada em vários tipos e “níveis” de atuação, porem basicamente podemos defini-la como a gama de serviços disponibilizados pela mídia para permitir ao telespectador alterar-la de maneira direta ou indireta.<br />
A interatividade só é possível devido à existência do middleware na arquitetura da televisão digital, onde esta camada é um software intermediário desenvolvido para funcionar como facilitador para o desenvolvimento de aplicações, abstraindo a complexidade do hardware e possibilitando o desenvolvimento de aplicações com base nas funcionalidades disponibilizadas pelo mesmo. Além das funcionalidades de recepção do sinal, modularização e multiplexação, em geral, todos os middlewares para televisão digital são divididos em duas máquinas: A de apresentação e de processamento. A primeira é responsável por dar suporte a aplicações declarativas que utilizam linguagens como HTML (HyperText Markup Language), XHTML(Extensible HyperText Markup Language), BML(Broadcast Markup Language)  e NCL(Nested Context Language). A segunda dá suporte a aplicações que exigem processamento por parte do receptor, utilizando-se de linguagens de programação que aqui serão denominadas de linguagem procedurais, sendo que no mundo da informática, são denominadas de linguagens orientadas a Objeto. Normalmente a linguagem utilizada para o desenvolvimento de aplicações procedurais é o Java através da API JAVA TV.</p>
<div id="attachment_84" class="wp-caption aligncenter" style="width: 215px"><img class="size-full wp-image-84" title="Middleware" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/middleware.jpg" alt="Arquitetura básica de um middleware " width="205" height="227" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura básica de um middleware </p></div>
<p>Diferente do Padrão de transmissão, o Governo Brasileiro escolheu o middleware desenvolvido nas universidades Brasileiras com apoio do próprio governo através da FINEP (Financiadora de estudos e projetos do Governo Brasileiro) e outros órgãos de incentivo financeiro. Duas destas pesquisas foram realizadas pela UFPB e PUC-Rio e resultaram nos middlewares FlexTV e Maestro respectivamente, evoluindo posteriormente para um middleware único denominado Ginga. A decisão de desenvolver um middleware brasileiro partiu da conclusão dos estudos dos padrões de transmissão existentes, nos quais os middlewares pertencentes ao mesmo são vitais nos tipos de serviços disponibilizados, ou seja, para obter uma completa conformidade na relação de serviços disponibilizados e serviços necessitados, é necessário desenvolver o middleware objetivando as necessidades da sociedade brasileira, dentre elas (um dos principais objetivos do Ginga) o suporte ao desenvolvimento de aplicações para a inclusão social .<br />
Em geral, o Ginga é semelhante aos middlewares produzidos mundialmente, mas foi desenvolvido por brasileiros para brasileiros e com o aval do Governo Federal, demonstrando assim que as universidades brasileiras estão aptas a desenvolver pesquisas de alto nível nesta área. Análogo aos outros middlewares, o Ginga foi projetado com três ambientes: o Ginga – Common Core (CC), Ginga-NCL (Declarativo) e o Ginga-J (Procedural). O primeiro dá o suporte necessário aos outros ambientes que disponibilizam as funcionalidades para o desenvolvimento de aplicações; O Ginga-Ncl é responsável por dar suporte a aplicações declarativas e o Ginga-J a aplicações procedurais. Com o intuito de incentivar o desenvolvimento de aplicações em Ginga-NCL, o Laboratório Telemídia da PUC-Rio desenvolveu e disponibilizou a ferramenta Composer e o emulador Ginga-NCL Player, convocando assim a comunidade acadêmica a desenvolver, cooperar e realizar massivos testes de aplicações no middleware. Posteriormente, através do site <a href="http://www.openginga.org/index.html">http://www.openginga.org/index.html</a>, foi disponibilizado o código do Ginga para toda a comunidade.</p>
<div id="attachment_83" class="wp-caption aligncenter" style="width: 484px"><img class="size-full wp-image-83" title="arquitetura_basica_ginga" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/arquitetura_basica_ginga.jpg" alt="Arquitetura Basica do Ginga" width="474" height="227" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura Basica do Ginga</p></div>
<p><strong>Referencias</strong><em> </em></p>
<p><em> </em><em>1 &#8211; MORENO, Marcio ferreira. Um Middleware Declarativo para Sistemas de TV Digital. 2006 .Disponível: ftp://ftp.telemidia.puc-rio.br/pub/docs/theses/2006_04_moreno.pdf.</em></p>
<p><em>2 &#8211; Wiki Ginga-NCL do Site de Software Público do Governo federal. Disponível: http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/ginga/gingancl/one-community?page_num=6.</em></p>
<p><em>3 &#8211; Normalização TV Digital &#8211; ABNT NBR 15606-2. Disponível:</p>
<p>http://www.abnt.org.br/imagens/Normalizacao_TV_Digital/ABNTNBR15606-2_2007Vc_2008.pdf.</em></p>
<p><em>4 &#8211; ABNT NBR 15606-3 TV Digital. Disponível:</p>
<p>http://www.abnt.org.br/imagens/Normalizacao_TV_Digital/ABNTNBR15606-3_2007Vc_2008.pdf.</em></p>
<p><em>5 &#8211; Blog TV digital On Line. Disponível: http://tvdigitalonline.blogspot.com/2008/03/tv-digital-melhores-imagens-e-s.html.</em></p>
<p><em>6 &#8211; Normalização TV Digital &#8211; ABNT NBR 15606-1. Disponível: http://www.abnt.org.br/imagens/Normalizacao_TV_Digital/ABNTNBR15606-1_2007Vc_2008.pdf.<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conceitos Televisão Digital &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Canal de Interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Básicos]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Set-Top-Box]]></category>
		<category><![CDATA[Canal-de-Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos_Basicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Interatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[O padrão de transmissão adotado pelo Brasil é o japonês ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting ), sendo que esta escolha gerou muitas polemicas, porém hoje já colhe frutos econômicos /políticos e claramente (forçosamente) foi adotado por todas emissoras. Em uma transmissão na televisão digital o envio de dados é feito via broadcast, sendo utilizada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O padrão de transmissão adotado pelo Brasil é o japonês ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting ), sendo que esta escolha gerou muitas polemicas, porém hoje já colhe frutos econômicos /políticos e claramente (forçosamente) foi adotado por todas emissoras.   Em uma transmissão na televisão digital o envio de dados é feito via broadcast, sendo utilizada a técnica denominada Carrossel de dados, ou seja, os dados (áudio, vídeo e dados em geral) são enviados como um carrossel (em circulo) até que o receptor realize a sincronia pra exibição<span id="more-68"></span></p>
<div id="attachment_74" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-74" title="Arquitetura Basica Televisão Digital" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/meio_transmissao_digital21.jpg" alt="Arquitetura Basica Televisão Digital" width="500" height="279" /><p class="wp-caption-text">Arquitetura Basica Televisão Digital</p></div>
<p><strong>Canal de Interatividade</strong><br />
Na arquitetura da transmissão mostrada acima é possível ver o canal que permite ao telespectador enviar informações para a emissora (difusor), este canal é denominado como canal de retorno ou canal de interatividade, sendo que o mesmo permite uma comunicação bidirecional, possibilitando ao telespectador interagir com a programação. Este canal pode ser feito pelos mais diversos meios ou tecnologias. Ou seja, o retorno pode ser desde um SMS enviado pelo telespectador para a emissora ou pode haver a conexão de internet no Set-Top-Box.</p>
<p><strong>Mobilidade </strong><br />
Com o advento da Televisão Digital é possível utilizar dispositivo moveis (Celulares, Pocket PCs e etc&#8230;) para captar o sinal transmitido pelas emissoras, logo é possível ter acesso ao conteúdo televisivo em qualquer lugar, seja parado ou em movimento. A Interatividade para receptores moveis já esta disponível, pois estes dispositivos só necessitam do perfil One-Seg  para executar documentos hipermidia, na prática isso diz que só é necessário a maquina declarativa para a existência da interatividade para dispositivos moveis, porém vários motivos cooperaram para o ritmo lento da ascensão da televisão digital em dispositivos moveis, logo o jeito é esperar pra ver o que acontece.</p>
<p><strong>Set-Top-Box</strong><br />
Para realizar a recepção deste novo tipo de transmissão, os televisores que não a suportam tem que ser acoplados a aparelhos conhecidos como Set-Top-Box (STB) ou popularmente chamado (apenas) de receptor, logicamente o mesmo não é necessário para os dispositivos portáveis</p>
<div id="attachment_67" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-67" title="Set-Top_box" src="http://www.hyperdeclarativo.com.br/wp-content/uploads/2009/02/stb.jpg" alt="Imagem ilustrativa do STB" width="320" height="306" /><p class="wp-caption-text">Imagem ilustrativa do STB</p></div>
<p>O modelo de STB (ou televisor com Suporte televisão digital) escolhido pelo telespectador vai definir a gama de serviços que o mesmo pode ter disponível, um exemplo seria a possibilidade de gravar o conteúdo exibido, pois somente com suporte a armazenar dados, que o STB vai permitir a gravação do conteúdo para posterior visualização. Outro exemplo é o acesso a internet através da televisão, pois logicamente somente com suporte a conexão em rede de dados (rede de computadores) que o telespectador poderá navegar pela web.</p>
<p><strong>Continua&#8230;</strong></p>
<p><em>Em tempo: As Referências são as mesmas da parte 1</em></p>
]]></content:encoded>
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