Archive for the 'Interatividade' Category

Apoio popular ao Ginga !

O Ginga precisa de você !

Conforme demonstrado no post anterior, chegou a hora da consulta pública para a obrigatoriedade do Ginga nas TV’s de LCD fabricadas no Brasil ( 75% em 01/2012 e 100% em 01/2013). Apesar de tamanha importância o prazo dado foi muito curto (  15 dias ) e se encerra 04-10, logo faz-se necessário o apoio da população para que possamos efetivar a tecnologia de interatividade desenvolvida por Brasileiros nas televisões dos Brasileiros.

Neste momento o Ginga precisa de todos , para isso vários Blogs e Grupos de Estudo  ( Grupo Ginga Goias , TV Digital Social , Blog do Manoel Campos ) estão divulgando e convocando seus leitores para participar em favor do middleware Brasileiro.

Como posso participar?

Para manifestar seu apoio ao Ginga é necessário enviar uma carta aos canais de comunicação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Para facilitar, o Grupo Ginga Goias criou uma carta modelo ( baixe aqui ) em que basta inserir os seus dados e enviar para os canais de comunicação disponíveis; Que  são:

1 – Enviar um e-mail para: cgice@mdic.gov.br

2 – Carta para o endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Sala 518, 5º andar, Brasília – DF, CEP: 70053-900.

3 – Faz para o número: 61-2027-7097.

 

Por que ajudar o Ginga?

 

Ajudar o Ginga significa ajudar Brasileiros, e  para demonstrar isso um dos pais do middleware ( Professor Luiz Fernando Gomes Soares – PUC-Rio / Departamento de Informática ) listou no Grupo de e-mail TVDI alguns motivos que justificam nosso forte apoio ao Ginga:

 

a)      Apoiar porque Ginga cria empregos no país.

1)   Em outra mensagem contabilizei que, por baixo, 13 empresas na área de software foram criadas graças ao Ginga. Empresas de pequeno e médio porte.

2)   Acresce-se a elas, 54 empresas de prestação de serviço cadastradas na Comunidade Ginga do software publico.

3)   Já ultrapassa o milhar os empregos de alto valor agregado criados, exigindo profissionais de nível superior. Isso só na área de software.

4)   Se contarmos a área de produção de conteúdo, que desconheço com precisão, os números são ainda bem maiores.

5)   As filiais das indústrias de recepção multinacionais instaladas no país estão se vendo obrigadas a deixarem de serem meramente montadoras, sendo obrigadas a criar empregos de alto nível para o desenvolvimento de produtos no país. Seus institutos, criados apenas para garantirem o incentivo fiscal, passam agora a ter importância e garantia de permanência.

 

b)      Apoiar porque Ginga é tecnologia inovadora

6)   Ginga é a melhor opção tecnológica para middlewares, tanto para TV aberta quanto para IPTV e para TV em banda larga (TV Conectada). Isso é reconhecido por pesquisadores do mundo inteiro. Foi graças a isso que o Ginga-NCL se tornou a primeira contribuição brasileira que, na sua íntegra, se tornou padrão mundial. Ginga-NCL é Recomendação ITU-T para serviços IPTV e o Ginga, como um todo, é reconhecido também no ITU-R para a TV aberta. Pela primeira vez na história das TICs do país temos um padrão internacionalmente reconhecido. Vocês percebem o que isso representa?

7)   Como tecnologia inovadora, Ginga gera conhecimento no país. Conhecimento que não precisa mais ser importado, economizando divisas para o país. Mais de 22 universidades do país desenvolvem hoje pesquisas sobre o Ginga; isso só na área de Ciência da Computação. Centenas de teses de doutorado e dissertações de mestrado já foram desenvolvidas sobre o Ginga. Se computarmos outras áreas além da de computação, o número é ainda bem maior.

8)   O Ginga-NCL foi desenvolvido como software livre. É o único middleware no mundo desenvolvido em código aberto e sem qualquer royalty cobrado. O conhecimento é de todos e não fica fechado nas mãos de poucos aqui, ou fora do país.

9)   Por ser tecnologia inovadora, Ginga foi, de fato, a grande razão para que outros países, já em número de 11, adotassem o padrão Nipo-Brasileiro (aliás, que de brasileiro só tem o Ginga-NCL). Quem quer liderar tem de ter responsabilidade nas suas proposições, e o país precisa mantê-las.

10)         A Comunidade Ginga no Brasil conta com mais de 11.000 brasileiros desenvolvedores e 1.000 estrangeiros (mais de 30 países). Além dela, temos as comunidades Ginga na Argentina, Chile, Peru, Equador e Bolívia.

11)         O Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital representou um dos maiores movimentos de pesquisa do país. Foram mais de 76 instituições envolvidas, mais de 1000 pesquisadores doutores. Sobre ele se criou modelos e procedimentos de financiamentos que não podem ser perdidos. Grupos de pesquisa, hoje líderes mundiais, provavelmente teriam seu fim sem o financiamento que é garantido graças ao Ginga.

 

c)      Apoiar porque Ginga propicia a inclusão social

12)    No Brasil só 3% da população das classes D e E têm acesso ao Computador e à Internet. No entanto 95% tem TV. A TV digital será sem dúvida um dos principais meios complementares para a inclusão social, no que diz respeito ao “acesso à informação”.

Aqui vai a primeira meia verdade, sobre a qual devemos tomar muito cuidado: “nos últimos 4 anos dobrou o número da população das classes de baixa renda com acesso a serviços eletrônicos”.

Apesar de todo o esforço do governo brasileiro nos últimos 4 anos, o número dobrou, mas todo matemático mediano sabe que qualquer coisa vezes quase zero é quase zero. Se continuarmos crescendo nesse passo, que é acelerado diga-se de passagem, principalmente quando se chega aos patamares de 50%, apenas 48% da população das classes D e E teria o acesso ao computador com Internet daqui a 20 anos. Podemos esperar todo esse tempo para que essa população tenha direito a serviços de saúde, educação, governança, e porque não lazer, que as classes A e B já têm hoje?

13)    A indústria de recepção argumenta que ter Ginga vai encarecer o receptor e que as classes D e E não teriam condições de adquiri-lo e só têm a perder. Alguns de nós, aqui na lista até repete esse falácia de que Ginga é caro. Vejamos: a própria Eletros (associação da indústria de recepção) estima o custo adicional de se ter o Ginga em torno de R$ 40,00. Isso hoje, o custo certamente vai cair. O custo final para o consumidor seria menos de R$ 150,00 e, certamente, irá cair. Em uma TV Conectada, o custo adicional seria praticamente 0, zero mesmo (da ordem de R$5,00 para a Oracle, pela utilização de suas bibliotecas do Ginga-J e algo para a empresa de software desenvolvedora do Ginga). É isso mesmo, o software não custa quase nada.
a) Será que a população das classes D e E não arcariam com esses 150,00 a cada 5 anos (que é a média com que trocam seus aparelhos), ou seja R$ 30,00 / ano, para ter serviços de acesso bancário, como os que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica já vem desenvolvendo (como Minha Casa Minha Vida), serviços de governo (como os de aposentadoria já feitos pelo DATAPREV), de justiça (como os desenvolvidos para o Tribunal de Justiça do Maranhão), os de saúde (como os já desenvolvidos pela PRODERJ), etc. Será que não pagariam esse valor para que seu filhos tivessem acesso a conteúdos e aplicações escolares, à serviços de educação e cultura? O que essas classes têm a perder tendo o Ginga já sabemos: R$30,00/ano e tendendo a cair. E o que elas perderiam se não tiverem?
b) Mais ainda, ao invés de questionarmos o valor, não seria o caso de brigarmos para que o governo tivesse programas para essa população, como fez a Argentina adquirindo mais de milhão de set-top box para distribuição na população de baixa renda?
c) Será que ninguém fez a conta simples que, em o fazendo, o governo estaria economizando “muito mais” na área de saúde e de atendimento ao público em geral?
d) Como cidadãos, independente de nossa posição política, não devemos apoiar essa iniciativa e essa tomada de rédeas do processo encenada pelo governo?

14)    As TVs Conectadas (ou broadband TVs) nunca poderão suprir essas deficiências. Usam soluções proprietárias que acessam a suas lojas pagas. Atendem à população de alto poder aquisitivo. E mesmo a esses de forma precária. Ao não adotar um padrão único, obrigam produtores de conteúdos a desenvolvê-los, replicadamente, um para cada plataforma diferente, aumentando o custo final para o consumidor. E se a TV Conectada adotasse um padrão, poderiam perguntar?. Ah! aí sim, mas esse seria exatamente o Ginga e teríamos o melhor dos mundos, onde a TV Conectada, a TV Aberta e os serviços IPTV se uniriam de forma complementar, acabando com mais uma falácia de que essas tecnologias competem entre si. Não é verdade, elas se complementam, e o Ginga é a interoperabilidade.

15)    Mas a inclusão social não é só o acesso ao conteúdo, mas também o direito ao conhecimento de como gerar esse conteúdo interativo. Mais uma vez, a solução Ginga se sobressai entre todas as outras. A linguagem NCL com sua linguagem de script Lua, ambas inovações brasileiras, foram desenvolvidas para permitir o desenvolvimento de conteúdo por não especialistas. Não exige nenhum conhecimento especializado. Para os grandes radiodifusores, quanto mais complicada for a linguagem de produção interativa talvez seja até melhor. Eles terão dinheiro para contratar quem fará a produção, os especialistas, e continuarão no controle. Uma linguagem fácil e acessível, no entanto, beneficia a todos, pois permite a muitos o direito de produção, sem necessidade de grande especialização. A solução já temos, como já disse, principalmente com a parte declarativa do Ginga.

16)    Hoje as TV Comunitárias e vários Coletivos de Audiovisual (Pontos de Cultura Telecentros, etc.) já foram treinados e começam a produzir conteúdo interativo, na esperança de transmiti-los, ou nas TVs Públicas abertas, ou como serviço IPTV. O mesmo pode ser dito das TVs Universitárias. Vamos perder também essa conquista? Ou vamos apoiar e cobrar ainda mais pela terceira perna da inclusão social: o direito da transmissão?

17)    Várias Escolas Técnicas já estão incluindo em seus currículos o desenvolvimento de aplicações Ginga. Algumas, exemplificadas pela IFRJ criaram até uma especialização em jogos para TV com o Ginga, em todas as fases da produção técnica e artística do conteúdo.

 

 

 

 

 

Governo publica consulta pública obrigando o Ginga na TV digital

Demorou um Universo , mas finalmente o Governo assumiu sua posição no mercado. Vamos esperar a melhora

Por: Miriam Aquino – Plantão em Destaque
Fonte( originalmente publicada ) :  Tele.Sintese

O mercado de fabricação de aparelhos de TV digital está em polvorosa. Os Ministérios da Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio publicaram consulta pública mudando as regras de fabricação da TV digital, obrigando a instalação do middleware nacional, o Ginga. Segundo fontes do governo, a indústra, que retardou esta medida por alguns anos, é tão contrária à ideia que começa a fazer ameaças de parar a fabricação dos televisores em Manaus, e transferi-los para São Paulo, numa clara tentativa de querer colocar a bancada parlamentar da Amazônia contra o governo, para fazer com que ele desista desta iniciativa. Sob o argumento de que vai encarecer o produto, os fabricantes – em sua maioria estrangeiros – não querem instalar o software nacional, uma das justificativas do governo do ex-presidente Lula para adotar o padrão japonês de TV digital. Os fabricantes não falam abertamente, mas entre as razões para esta resistência está o modelo de negócios embalado com a TV conectada. Isso porque, na IPTV, são os fabricantes de aparelhos que ganham com os programas interativos e, com a interativade da TV digital aberta, esse negócio sai do aparelho de TV e vai para o radiodifusor.

Mas os radiodifusores comerciais também não se mostram muito interessados com esta interatividade, até porque têm problemas maiores, pois não estão conseguindo avançar com a TV digital, que demanda altos investimentos. Não há nenhuma emissora realmente investindo em conteúdo interativo. E o governo, por sua vez, decidiu comprar essa briga porque convenceu-se que não dá mais para ampliar o legado de aparelhos de TV sem a interatividade. Já foram vendidos mais de 20 milhões de aparelhos de TV sem o Ginga, e essa base continua crescendo. “Sem o middleware nas TVs não há estímulo à produção de conteúdo”, afirma fonte do governo.

A consulta pública ficará aberta para contribuições por 15 dias e estabelece que a partir de janeiro de 2012, 75% dos televisores com tela de cristal líquido (LCD) devem vir com o middleware nacional. Segundo o documento, todos os televisores terão que trazer o softwarte embargado a partir de 2013. Além disso, a proposta mexe também com as TVs conectadas e estabele que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o middleware, e não poderão restringir o acesso de suas aplicações. Ou seja, a interantivade da TV aberta não poderá ser proibida de ser acessada pelas TVs fechadas.

Concursos de Aplicações Ginga-NCL

Saudações pessoal,

Você é desenvolvedor e tem familiaridade com o Ginga-NCL? então não perca a oportunidade de participar de concursos internacionais que podem resultar em excelentes prêmios e grande visibilidade para o seu trabalho ( palavras da equipe de administração do fórum Ginga no portal do Software publico Brasileiro enviado no maillist do forum) . Seguem abaixo os concursos vigentes:

ITU-T IPTV Application Challenge

Organização: União Internacional de Telecomunicações (ITU), Genebra, Suiça
Prêmios da ordem de US$10.000,00 para o vencedor pessoa física ou pequenas/médias empresas
Prazo de inscrição: 30 de Setembro de 2011
Prazo de submissão: 05 de Outubro de 2011

 

II Concurso Latinoamericano de Contenido para TV Digital Interactiva

Organização: INICTEL-UNI, Lima, Peru (em parceria com LIFIA/UNLP, TeleMidia/PUC-Rio e CYTED)
Prêmios a definir
Prazo de inscrição/submissão: 30 de Setembro de 2011

TV digital: Mercado vende aparelhos sem o selo DTV

Por: Redação – Convergência Digital
Fonte(originalmente publicada): Convergência Digital

do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) identificou a venda no Brasil de aparelhos para recepção de TV digital sem o selo DTV. O adesivo, presente em televisores, dispositivos móveis e conversores digitais, garante a conformidade dos produtos com os requisitos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O selo DTV pode estar localizado na superfície do produto ou impresso nas embalagens, e atesta a excelência do desempenho dos equipamentos, de acordo com o padrão oficial de qualidade do Sistema Brasileiro de Televisão Digital.

Aparelhos sem o selo podem apresentar problemas na recepção e exibição do sinal de TV digital, restringindo a quantidade de canais disponíveis ou mesmo impedindo o processamento contínuo do sinal, o que pode provocar falhas e bloqueios na exibição.

Conforme levantamento realizado pelo Fórum SBTVD, a maior parte dos equipamentos sem o selo DTV é vendida pela internet. “O consumidor precisa prestar atenção a esse item na hora da compra para garantir satisfação e tranquilidade após a aquisição dos receptores de TV digital”, adverte Dilson Funaro, vice-presidente do Fórum SBTVD.

Confira a relação de fabricantes autorizados a identificar produtos com o selo DTV:

Antenas Castelo : http://www.antenascastelo.com.br/

AOC:   http://www.aoc.com.br/

Century: http://www.centurybr.com.br/

Ekotech: http://www.ekotech.com.br/

Elsys: http://www.elsys.com.br/site/default.asp

H Buster: http://www.hbuster.com.br/

LG: http://www.lge.com/br/index.jsp

Panasonic: http://www.panasonic.com.br/

Philips: http://www.philips.com.br/

Samsung: http://www.samsung.com/br/

Semp Toshiba: http://www.semptoshiba.com.br/

Sony: http://www.sony.com.br/default.html

Tec Toy: http://www.tectoy.com.br

Tele System: http://www.telesystem-world.com/web/br_pt/electronic/home.html

Visiontec: http://www.visiontec.com.br

Entrevista coletiva: O futuro da TV Digital no Brasil (Parte 2)

Olá,

O Blog do O Futuro é Digital já publicou o post com a segunda parte da ótima entrevista coletiva com o José Salustiano Fagundes ( CEO da HXD Interactive Television e membro do Fórum SBTVD ), então passa lá e tire suas duvidas.

Em tempo: Duas das minhas perguntas já foram respondidas :) Vamos ver se as outras 3 serão respondidas na ultima parte.

Duvidas? Entrevista com especialista do Fórum SBTVD !

O Blog O Futuro é Digitalvai realizar uma entrevista coletiva com o José Salustiano Fagundes ( CEO da HXD Interactive Television e membro do Fórum SBTVD ), porém as perguntas vão ser criadas pela audiência do blog, logo se você tem alguma pergunta sobre o Padrão Brasileiro de Televisão Digital e ao futuro da TVD, acesse o post relacionado até as 12:00 dia 20/05/2010, e deixe sua pegunta.

Como próprio post do Furturo é digital cita: Fique atento, divulgue e participe, contribua para democratizar as informações sobre TV Digital no Brasil.

Em tempo: Já tenho 3 perguntas :)

Att.

Igor Gonçalves

Mergulhando no Ecossistema da Televisão Digital

Salve, Salve Fantasmas leitores

Para retornar às atividades no Hyper Declarativo, resolvi falar sobre o aprendizado em Televisão Digital. Espero que gostem.

O momento que vivemos é a ocasião favorável para adentrar no mercado de desenvolvimento para televisão digital, pois provavelmente a demanda por serviços interativos será tão extensa que teremos problemas em encontrar mão-de-obra qualificada. Continue reading ‘Mergulhando no Ecossistema da Televisão Digital’

E o Canal de Retorno?

Canal de Retorno ( ou Interatividade) é responsável por permitir a comunicação bidirecional, ou seja, através do mesmo o telespectador pode interagir com a programação. Como isso é realizado? Pelos mais diversos meios ou tecnologias de comunicação, onde o retorno pode ser desde um SMS enviado pelo telespectador para a emissora até uma conexão de internet acoplada ao Set-Top-Box.

O conceito citado acima é o mais “genérico” e amplamente falado, porém alguns setores do Governo planejam padronizar o meio de comunicação utilizado pelo canal de retorno , tanto que empresas interessadas apoiam as iniciativas para tal padronização.

Agora o fantasmagórico leitor se pergunta: Igor inventou isso? Não…Ele leu a coluna da Cristina de Luca na No site Convergência Digital . Abaixo a Reprodução da coluna:


TV Digital: Articulações para uso de WiMAX 700 MHz como canal de retorno avançam
Publicado em Convergência Digital – Coluna Circuito ( Por Cristina de Luca ) – 01/07/2009 18:05

Ministério da Ciência e Tecnologia e a Casa Civil trabalham na elaboração de um White Paper, a ser apresentado ao WiMAX Fórum, em setembro, a tempo de ser apresentado na WiMAX Conference, no fim de outubro, em Taiwan, descrevendo o modelo proposto e a viabilidade de desenvolvimento e produção de um chip a ser embarcado no conversor para uso do WiMAX em um sistema de canal de retorno RF-Intrabanda para a TV Digital.

Continue reading ‘E o Canal de Retorno?’

TV Digital: publicação da norma Ginga-J pela ABNT, só em agosto

Mais uma da Coluna Circuito

Esta é a última semana para votação no site da ABNT -Associação Brasileira de Normas Técnicas, do 2º Projeto 00:001.85-006/4, sobre codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital terreste, referente ao Ginga-J, em processo de consulta pública desde meados de junho. Continue reading ‘TV Digital: publicação da norma Ginga-J pela ABNT, só em agosto’

Ginga CDN- Ginga Code Development Network

Apresentado na hora Ginga do fisl 10 por Guido Lemos, O Ginga CDN é mais uma brilhante sacada da turma que desenvolveu o Ginga com o objetivo de abrir um acesso livre às tecnologias relacionadas ao desenvolvimento do middleware Ginga, com o intuito de beneficiar empresas que atuam na área, aumentando sua competitividade para disputar espaço no mercado nacional e internacional de desenvolvimento de software embarcado para TVD. Este projeto denota a perfeita integração da Academia com o Mercado , visando beneficiar a população brasileira, tanto que agora já podemos dizer que a interatividade no SBTVD já esta tomando uma “cara”, ou seja, em um formato menos abstrato.

Continue reading ‘Ginga CDN- Ginga Code Development Network’



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